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terça-feira, 11 de julho de 2017

PROVA DE FOGO OU JULGAMENTO DE DEUS, DA IDADE MÉDIA. - MILAGRE DOS SANTOS








Na imagem acima, temos a representação da prova de fogo, também conhecida na Idade Média como julgamento de Deus. Esse  julgamento consistia em que o acusado deveria entrar no fogo ou pôr a mão nele e se estivesse dizendo a verdade não se queimaria. 








Isso aconteceu com o monge Pedro Igneus, obedecendo a um pedido de São João Gualberto.









Em Florença o Bispo Pedro Mezzobarbo ou Pedro de Pavia, foi acusado publicamente de aquisição simoniacal da dignidade episcopal. Como ele negou  a acusação e teve numerosos apoiadores, a polêmica causava intensa agitação em Florença.







Os monges Vallombrosianos eram seus principais acusadores, e sobre a insistência das pessoas para realizar a prova de fogo, o julgamento de Deus,  recorreram a São João Gualberto.
  
Ele designou para o teste Pedro Aldobrandini (chamado depois de Pedro Igneus), que se submeteu com sucesso à prova (1068), passando a receber o título de "Igneus". 

Este triunfo dos monges foi seguido pela confissão por parte do bispo dos pecados dele.





Cenas da vida de São João Gualberto. O Julgamento de Deus está ao lado esquerdo, na parte de baixo.



FONTES:
VIDA DE SÃO JOÃO GUALBERTO: http://santossanctorum.blogspot.com.br/2017/07/sao-joao-gualberto-padroeiro-da.html 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Igneus


quinta-feira, 12 de julho de 2012

SANTA RITA E SÃO PEDRO EM MILAGRES PARECIDOS - ATRAVESSAM MUROS E PORTAS ( AT 12,5-11)
















Lendo a vida de Santa Rita e a de São Pedro, percebi que os dois participaram de um mesmo fenômeno em suas vidas.

Os dois rezavam pedindo a Deus um milagre, na verdade , Rita rezava pedindo a Deus alguma ajuda para entrar no convento e Pedro, só sabemos que a Igreja rezava por ele.

No entanto , os dois recebm uma graça inesperada.  



 

Pedro é visitado por um anjo, Rita é visitada por seus santos protetores, Santo Agostinho, São Nicolau de Tolentino e São João Batista;

 pois segundo Jesus, nós, homens, quando morremos e vamos ao paraíso (Lc 23, 42-43) somos como os anjos no céu (Mt 22,30), por isso podemos pedir a intercessão de nossos irmãos mais ilustres e os do céu podem nos ajudar (Apo 6, 9s) ( Apo 8, 3-4).




Rita é transportada até o convento, que tinha muros e portas resistentes e altas , algo que seria incapaz de uma pobre mulher conseguir passar, já que ladrões e marginais não conseguiam.

Pedro é também transportado pelo anjo para fora da prisão, sem que ninguém veja, atravessando portões e muros.

Em ambos os casos, ninguém viu eles andando, eles acham que estão em um sonho ou em êxtase, transe,  e quando percebem, se deparam com a realidade, que realmente Deus operou maravilhas.

Um bom exemplo para nós , que rezamos e queremos que Deus faça as coisas do jeito que a gente quer.

Mas Deus faz o que Ele quer, do jeito que Ele quer, e não adianta pedir grandes milagres do jeito que queremos, pois os maiores milagres acontecem quando menos esperamos e do jeito que só Ele sabe.

Abaixo, coloco o trecho da Vida de Santa Rita narrando o milagre de atravessar os muros do convento e o de São Pedro saindo da prisão:



SANTA RITA É LEVADA NO AR ATÉ O CONVENTO:

Ao estar sozinha, viúva e com os dois filhos mortos, não se deixou vencer pela tristeza e pelo sofrimento.

 Santa Rita quis entrar no convento com as irmãs agostinianas, mas não era fácil conseguir. Não queriam uma mulher que havia estado casada. 

A morte violenta de seu esposo deixou uma sombra de dúvida.
 Ela se voltou de novo a Jesus em oração. 

Ocorreu então o que se crê como um milagre. 

Uma noite, enquanto Rita dormia profundamente, ouviu que a chamavam: "Rita, Rita, Rita!" 

Isso ocorreu três vezes, na terceira vez Rita abriu a porta e ali estavam Santo Agostinho, São Nicolau Tolentino e São João Batista, de qual ela havia sido devota desde muito menina.

Eles lhe pediram que os seguissem.





 



 Depois de correr pelas ruas de Roccaporena, no pico de Scoglio, onde Rita sempre ia orar, sentiu que a levantaram no ar e a empurravam suavemente.

 Encontrou-se acima do monastério de Santa Maria Madalena em Cássia. 







Então caiu em êxtase. Quando saiu do êxtase, encontrou-se dentro do monastério, embora todas as portas estivessem trancadas. 

Ante aquele milagre, as monjas agostinianas não lhe puderam negar entrada.


ATOS DOS APÓSTOLOS ( 12,  5- 11:

















5.Pedro estava assim encerrado na prisão, mas a Igreja orava sem cessar por ele a Deus.
6.Ora, quando Herodes estava para o apresentar, naquela mesma noite dormia Pedro entre dois soldados, ligado com duas cadeias. Os guardas, à porta, vigiavam o cárcere.
7.De repente, apresentou-se um anjo do Senhor, e uma luz brilhou no recinto. Tocando no lado de Pedro, o anjo despertou-o: Levanta-te depressa, disse ele. Caíram-lhe as cadeias das mãos.
8.O anjo ordenou: Cinge-te e calça as tuas sandálias. Ele assim o fez. O anjo acrescentou: Cobre-te com a tua capa e segue-me.
9.Pedro saiu e seguiu-o, sem saber se era real o que se fazia por meio do anjo. Julgava estar sonhando.
10.Passaram o primeiro e o segundo postos da guarda. Chegaram ao portão de ferro, que dá para a cidade, o qual se lhes abriu por si mesmo. Saíram e tomaram juntos uma rua. Em seguida, de súbito, o anjo desapareceu.
11.Então Pedro tornou a si e disse: Agora vejo que o Senhor mandou verdadeiramente o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de tudo o que esperava o povo dos judeus.










São Nicolau de Tolentino, a Virgem Maria com Jesus Menino e Santo Agostinho.
















 LOUVEMOS A DEUS QUE FAZ MILAGRES POR SEUS SANTOS E ANJOS!

LOUVEMOS A DEUS PELA ÚNICA IGREJA DE CRISTO!










quinta-feira, 25 de novembro de 2010

MILAGRES DIVERSOS DE SANTOS RELACIONADOS A LEVITAÇÃO -- PARTE 2 - ÊXTASES



SANTA TERESA D`AVILA






Em arroubo, escreve de si mesma Santa Teresa, o meu corpo tornava-se tão leve, perdendo de tal modo o peso que algumas vezes eu deixava de sentir os pés tocarem no chão.
MARIA DE AGREDA



Quando Maria de Agreda ficava em êxtase, seu corpo elevava-se igualmente, como se fora imponderável, e um sopro, mesmo de longe, o fazia oscilar e mover como uma leve pena. Poder-se-iam citar exemplos aos centos.

Conta-se, em particular, que diversos santos padres, entre outros, São Pedro de Alcântara, São Filipe de Néri, São Francisco Xavier, São José de Cupertino e São Paulo da Cruz, tinham no altar esses êxtases aéreos.

 

Às vezes não é uma simples elevação acima do solo, mas sim uma verdadeira ascensão aos ares.
DOMINGOS DE JESUS-MARIA

Domingos de Jesus-Maria, religioso carmelita, tão célebre pelos seus êxtases, elevava-se a ponto de seus irmãos mal poderem, estendendo os braços, tocar-lhe na planta dos pés.

SANTA INÊS DE BOÊMIA




 Num dia da Ascensão, enquanto salmodiava no jardim entre duas das suas companheiras, a bem-aventurada Inês de Boêmia, em súbito arroubo, elevou-se aos ares na presença delas até que não tardaram a perdê-la de vista, e só tornou a aparecer no fim de uma hora, com o rosto radiante de graça e de alegria.

SANTA COLETA








Diversas vezes, durante as suas orações contemplativas, Santa Coleta desaparecia inteiramente no espaço, à vista das suas irmãs.

Certos êxtases imprimem ao corpo um movimento rápido e impetuoso que, com justeza, se qualificou de vôo.

SÃO PEDRO DE ALCANTARA






São Pedro de Alcântara chegava algumas vezes, em seus transportes, até ao teto do coro.

São Pedro de AlcântarA, ouvindo cantar no jardim do convento, por um frade que se exercitavam no ofício, as primeiras palavras do Evangelho segundo São João: In principio erat Verbum, foi subitamente arrebatado, dando ao corpo, por uma espécie de  instinto irresistível, a forma de uma bola; sem tocar no chão, arrojou-se, atravessou com incrível celeridade, sem que mal algum lhe acontecesse, três portas muito baixas que conduziam à igreja e veio parar defronte do altar-mor, onde seus irmãos, que corriam ao seu encalço, o foram encontrar abismado no êxtase.

Acontecia muitas vezes que ele se ajoelhasse ao pé das árvores e aí, em êxtase, se elevasse, com a ligeireza de pássaro, até aos ramos mais altos.
BEM AVENTURADO FILIPINO

O bem-aventurado Filipino, também da Ordem de São Francisco, permanecia suspenso nos ares, por cima dos grandes carvalhos, como uma águia que paira em liberdade.


SÃO JOSÉ DE CUPERTINO







Esses prodígios superabundam na vida do bem-aventurado José de Cupertino.

Viam-no voar até às abóbadas da igreja, sobre as bordas do púlpito,ao longo das paredes donde pendia o crucifixo ou alguma imagem piedosa, em direção à estátua da Santa Virgem e dos Santos, pairar sobre o altar e por cima do tabernáculo, arremessar-se ao alto dos ares, agarrar-se e balançar-se nos menores ramos com a ligeireza de um pássaro, enfim, transpor de um pulo grandes distâncias.

Uma palavra, um olhar, o menor incidente que tivesse ligação com a piedade, produziam-lhe esses transportes.

Quiséramos descrever algumas dessas cenas que o mundo tacharia de estranhas e ridículas, e que achamos admiráveis, visto atestarem o maravilhoso poder das almas santas sobre o corpo e a Natureza e, melhor ainda, sobre o coração de Deus, que as liberta a seu gosto das servidões vulgares;







quarta-feira, 24 de novembro de 2010

MILAGRES DIVERSOS DE LEVITAÇÃO - O SANTO QUE VOAVA



SÃO JOSÉ DE CUPERTINO




 

Se conhece de mais de 200 santos que experimentaram a levitação. Este dom extraordinário consiste na elevação do corpo humano sem a participação de nenhuma força física.

 

É um presente, um dom de Deus para determinadas almas muito elevadas espiritualmente. São José de Copertino teve numerosas levitações.

 

Um domingo, festa do Bom Pastor, São José de Cupertino apresentou-se com um cordeirinho nos ombros e ao pensar em Jesus Bom Pastor, foi-se levantando pelos ares.

Caía em êxtases com muita freqüência, durante a Missa, ou quando rezava os Salmos.

Durante os 17 anos que esteve no Convento de Grotella, seus companheiros de Comunidade observaram 70 êxtases.

 

Levitou carregando uma cruz pesada até a montanha




O mais famoso dos êxtases aconteceu quando dez obreiros do Convento desejavam levar uma pesada cruz a uma alta montanha, mas não conseguiam pelo peso e a distancia a percorrer.

Frei José, tomou a Cruz sozinho, pôs sobre os ombros e foi se elevando, como que voando até o alto da montanha, e lá depositou a Cruz, sob os olhos atônitos de seus irmãos.
 




Desculpa-se por levitar - A virtude da obediência:





 

Quanto estava em êxtases, como não retornava, seus irmãos o cutucavam com agulhas, lhe davam pauladas e até colocavam velas acessas para queimar seus dedos, mas mesmo assim José não retornava, a não ser quando ouvia a voz de seu Superior pedindo-lhe que regressasse.

Quando regressava dos êxtases, constantemente se desculpava dizendo a seus companheiros:

“Desculpem-me por estes ataques de vertigens que me ocorrem”.


 

Levitando por amor  a Santíssima Virgem:

 


Um dia chegaram ao Convento o Embaixador da Espanha com a esposa e mandaram chamar ao Frei José para que os atendessem em uma consulta espiritual.

 Este chegou correndo, porém quando chegou correndo para falar com eles, viu um quadro da Virgem Maria, que estava no alto da parede, e dando seu típico pequeno grito, se foi elevando pelo ar até o alto e ficar de frente com o quadro da Sagrada Imagem.

O Embaixador e sua esposa contemplaram com emoção esta ação divina, coisa que jamais tinham visto.

O Santo rezou uns momentos e em seguida desceu suavemente ao solo e extremamente constrangido, subiu correndo a sua habitação, e não saiu do quarto mais nesse dia.
São José de Cupertino levitando por devoção a Virgem Maria






Em Ósimo, onde o Santo passou seus últimos seis anos, um dia os demais religiosos o viram elevar-se até uma Imagem da Santíssima Virgem Maria que estava a três metros e meio de altura e dar um beijo no Menino Jesus, e ali junto a Mãe e o Filho ficou um bom tempo rezando com intensa emoção, suspenso no ar.



São José de Cupertino levitando na Missa







  

O Dia da Assunção da Virgem no ano de 1663, um mês antes de sua morte, celebrou sua última missa, e estando celebrando, ficou suspenso no ar como se estivesse no céu, diante de Deus. Muitos testemunharam este fato.


 

Levitando diante do Papa e perseguido pela Inquisição






 




Numa época em que a heresia de Lutero tentava fortemente penetrar nos países católicos, o Sagrado Tribunal da Inquisição vigiava sobre qualquer anormalidade.

Vendo as grandes multidões que atraía Frei José de Copertino, julgou prudente, de acordo com o Papa, retirá-lo para um convento menos conhecido, onde ele deveria viver praticamente recluso.

Foi-lhe proibido falar com qualquer pessoa além dos religiosos do convento, e mesmo de escrever cartas a quem quer que fosse.

Muitos inimigos, começaram a dizer que todas estas manifestações eram meras invenções e os acusavam de enganador, causando-lhe inúmeros transtornos.

Foi enviado ao Superior Geral dos Franciscanos em Roma e este ao dar-se conta que era tão piedoso e tão humilde, reconheceu que o Frade era um homem santo.

Foi então enviado ao Papa Urbano VII, que desejava saber se era certo ou não os comentários que se faziam a respeito dos êxtases do Frei José.

E estando a falar com o Papa, José se sentiu tão emocionado que de imediato entrou em êxtases e foi se elevando pelo ar.

VOA REZANDO

Num dia da Imaculada Conceição, ele convidou o padre guardião à repetir com ele:

Pulchra Maria! (Maria é bela!)

 
E logo que repetiu estas palavras, o santo, entrando em êxtase, passa o braço em volta da cintura do seu superior e leva-o consigo para os ares, repetindo juntos:

Pulchra Maria! Pulchra Maria!


A CURA DE UM DOENTE NUM VÔO
Outra vez, trazem-lhe um cavalheiro, em estado de demência, para que obtenha de Deus a sua cura.

O santo manda-o ajoelhar e, pondo-lhe a mão na cabeça, diz-lhe:

Sr. Baltazar, não tenha receio. Recomendo-o a Deus e à sua santíssima Mãe. . .

No mesmo instante, dá o grito que habitualmente anuncia o êxtase: Ah. Agarra o homem pelos cabelos, eleva-se com ele ao espaço, onde o conserva suspenso por algum tempo, e, quando os seus pés de novo pousaram no chão, o doente estava curado.





MILAGRES DE SANTOS- O DOM DA LEVITAÇÃO - PADRE PIO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O DOM DA LEVITAÇÃO

É conveniente frisar que a levitação não pode ser apresentada como um dos milagres exigidos para a beatificação ou canonização.

Após o processo sobre a heroicidade das virtudes como testemunho divino em prol da santidade de um servo de Deus, os milagres hão de realizar-se após sua morte.

Em nenhuma levitação, considerada autêntica, sem truque, é levantada outra pessoa. Só pode levitar-se o próprio dotado. Outra pessoa só será levitada, se o dotado atuar sobre o instrumento onde aquela estiver sentada, como uma cadeira por exemplo.. É que o ser humano pode atuar parapsicologicamente, por força física sobre sí mesmo, não sobre outra pessoa.

A levitação pode ser definida como o fenômeno no qual uma pessoa se eleva da terra e fica suspensa no ar e também pode ter o poder de elevar objetos.

Tal fenômeno, obviamente é um dom dado por Deus aos místicos, inclusive os da Santa Igreja católica.

São José de Copertino, por exemplo, era famoso pelo dom de levitação e também como ele, Padre Pio de Pietrelcina tinha tais dons.

PADRE PIO VOANDO IMPEDE BOMBARDEIO





Padre Pio era visto freqüentemente por seus irmãos enquanto ele se elevava do chão, durante a sua oração.

Em Bari, cidade da Itália, durante a II Guerra Mundial se encontrava a sede do Comando da Força Aérea Americana. Muitos oficiais se dirigiam para ver o Padre Pio durante a guerra.

Inclusive o general comandante foi protagonista de um episódio assombroso.

Esse imponente oficial americano quis levar um esquadrão de bombardeiros para destruir um depósito de material de guerra alemão, que se localizava próximo a San Giovanni Rotondo, local em que Padre Pio residia.

O general disse:

 “quando os aviões estavam próximos ao alvo, seus homens e ele viram no céu um monge com as mãos erguidas.

As bombas foram cair nos bosques. Os aviões haviam mudado o percurso.

Todos se perguntavam quem era aquele monge a que os aviões tinham obedecido.

Alguém falou ao General que em San Giovanni Rotondo vivia um monge que fazia milagres e ele decidiu que assim que o país estivesse livre, ele iria verificar quem era o monge que eles tinham visto no céu.

Depois da guerra o General foi ao convento dos capuchinhos com alguns pilotos.








Entrando na sacristia ele se achou de frente com vários monges entre os quais ele reconheceu imediatamente o monge que tinha parado os seus aviões: era Padre Pio.

Padre Pio caminhou ao seu encontro e ao chegar perto dele disse: "Então é você que quis matar todos nós."

 Iluminado pelo olhar e pelas palavras do Padre, o General se ajoelhou em frente a ele. Como de costume o Padre Pio tinha falado em dialeto, mas o General se convenceu que o monge tinha falado em inglês.

Este era mais um dos dons do Padre Pio. Todos se entreolharam e o General e seus amigos, que eram protestantes, converteram-se ao catolicismo.

 

CAMINHANDO PELO AR, NA IGREJA






Aqui está a história de Padre Ascânio:

- "Nós estávamos esperando por Padre Pio que deveria vir confessar os penitentes. A sacristia estava abarrotada e todo o mundo olhava para a porta pela qual Padre Pio teria que entrar.

A porta estava fechada, mas de repente eu vi Padre Pio caminhar acima das cabeças das pessoas, indo até o confessionário: posteriormente ele desapareceu.

Depois de alguns minutos ele começou a confessar os penitentes. Eu não disse nada, e pensei que estava sonhando, mas quando o encontrei lhe perguntei:

 "Padre Pio, como você conseguiu caminhar acima das cabeças das pessoas? "

Esta foi a engraçada resposta dele: "Posso assegurar-lhe minha criança, igual a caminhar no chão..."

Milagre de levitação, só quando for a grandes alturas, claramente “sobre-humanas”, por poder claramente divino: como a Ascensão de Jesus Cristo, algumas das levitações de São José de Cupertino, São Gregório Taumaturgo, São Raimundo de Penafort, São Jacinto etc.

Por milagre, por poder divino, alguns santos também podem levitar outras pessoas, como fizeram São Carlos Borromeu, São Bento de Alcântara, entre outros.

Portanto, afaste-se das pessoas que dizem fazer alguém flutuar. Elas, na verdade, estão querendo iludi-lo.



eferências


sábado, 19 de junho de 2010

MILAGRES DIVERSOS DE SANTOS RELACIONADOS A FENÔMENOS DA NATUREZA

OS TEXTOS ABAIXO SÃO RETIRADOS DO SITE DO CENTRO LATINO AMERICANO DE PARAPSICOLOGIA, CLAP:
















SANTA GENOVEVA
Século V. Santa Genoveva, hoje padroeira de Paris, foi grande taumaturga durante a segunda metade de sua longa vida.
Um dia, pretas nuvens e abundante chuva ameaçavam inundar o campo onde os ceifeiros estavam trabalhando, e toda a colheita se perderia.
Santa Genoveva deu a ordem. As nuvens se abriram em círculo. Durante longo tempo um imenso aguaceiro caiu ao redor todo, mas nem uma gota caiu no campo onde a ceifa continuou em meio a lágrimas e cantos dos trabalhadores em agradecimento e louvor a Deus.







SÃO AUBIN

* Século VI. São Aubin fora enviado pelo abade de Cincillac para tentar convencer os habitantes de Angers sobre importante acordo. Durante a numerosa assembléia, subitamente desaba furiosa tormenta.
Todos ficaram ensopados, mas nem sequer uma gota "se atreveu a tocar no santo", assim convencendo a todos que deviam obedecer o pedido que tão santo mensageiro transmitia.
O fato é endossado pelos Bolandistas (esse grupo de grandes historiadores, jesuítas, que subvencionados pelo governo belga há já três séculos vêm pesquisando a hagiografia de modo irrefutável).


SÃO EUMARCO DE PERIGORD
* Século VII. São Eumaco de Perigord, bispo de Viviers. Já era difícil que os ouvintes aguentassem a pé firme ao ar livre naquele gelado dia de inverno na França.
E piorou: quando o santo estava no mais crucial da sua pregação, desabou uma grande tormenta de neve.
Mas precisamente daí surgiu o mais poderoso argumento: por ordem do santo, nem um floco de neve caiu sobre nenhum dos ouvintes nem no jardim onde estavam (Bolandistas).


SÃO MAIDOC
* São Maidoc, que depois seria abade de Fiddownn, na Irlanda, era ainda muito jovem. Sentado no campo, estava lendo um livro dos mais prezados da biblioteca do convento. Seu mestre, São David, chamou o discípulo.
Afoito em obedecer, o jovem São Maidoc esqueceu o livro. Pouco depois caía uma forte chuva.
Quando mais tarde, angustiado e rezando sem saber claramente para quê, São Maidoc vai em procura do prezado livro, qual não seria sua alegria e terno agradecimento à delicadeza divina por encontrar em meio ao lodaçal o livro completamente seco!



* Entre os recolhidos nos fichários do CLAP, posso encontrar, num só século quatro casos muito parecidos ao de São Maidoc. Pulemos, pois, ao século XII.



1) São Bernardo de Claraval (ou Clairvaux, França). O fato é endossado nada menos que por Bento XIV (o grande sábio, claro milagre de ciência infusa: no século XVIII sabe tudo do que depois se chamará Parapsicologia, e nunca erra).

SÃO BERNARDO DE CLARAVAL

O santo abade de Claraval estava ditando um importante documento. Repentinamente desabou uma violenta chuva. O amanuense pretendeu fugir para logo recopiar o já escrito, antes que fosse impossível decifrá-lo estragado pela água. Mas o santo o reteve: "É documento de Deus. Continua escrevendo. Não temas". E com grande surpresa o amanuense observou que a tinta estava intacta, as folhas secas..., e que pôde continuar escrevendo na chuva sem que nem eles nem os papéis se molhassem!

                                     SÃO UBALDO



2) São Ubaldo, bispo de Gubbio (Itália), esqueceu o livro das regras monacais sob uma árvore, onde estivera dormindo com seu acompanhante. Já caminhando havia algum tempo, sobreveio uma grande chuva. Depois da prolongada chuva voltaram. O companheiro, preocupado. Seguro de que o livro das regras estaria completamente estragado, e seria praticamente impossível conseguir outro exemplar. São Ubaldo, tranquilo, confiando e rezando a Deus. Com efeito, nem uma gota de água caíra sobre o livro, apesar de o enorme aguaceiro ter encharcado plenamente tudo, absolutamente tudo ao redor do livro.





A sarça que ardia e não se consumia (EX 3,2) pode ser análoga aos milagres da classificação que estamos apresentando.

SANTA MARGARIDA DA ESCÓCIA
3) Santa Margarida, rainha da Escócia, lia frequentemente e tinha um carinho e estima especiais por um determinado exemplar dos Evangelhos. Mandara ilustrá-lo com gravuras dos quatro evangelistas, banhar a ouro cada letra inicial, colocá-lhe pastas de couro decorado e dourado... Numa palavra "presenteava" o livro e transferia para ele todo o amor que sentia pelo seu Rei Eterno, cuja vida descrevia o livro.

Um dia, quando Santa Margarida passeava acariciando uma página, o livro caiu das suas mãos. No rio!




Ninguém conseguiu no momento recuperar o livro da rainha. Mas pelo carinho e estima que sentiam pela exemplar e caridosa rainha muitos espontâneamente vasculharam com toda minúcia o rio até a desembocadura. E encontraram o livro. Dias depois!



Quando a notícia chegou ao palácio, todos, menos a rainha!, tinham certeza de que o livro estaria destroçado. Mas a rainha sabia e todos comprovaram que o livro estava absolutamente perfeito: não descoloriram as páginas, não foram danificadas em nada as iluminações, as pastas de couro não foram prejudicadas, nada que se pudesse perceber... Terminaram por comprovar que na realidade o livro "simplesmente" não fora atingido pela água! Nem pela água das mãos molhadas do "pescador"!



Por tratar-se de um milagre... "inútil" ao parecer dos racionalistas de hoje, a rainha sabia que precisamente por isso era uma mostra muito maior da delicadeza e amor do Rei Eterno a Quem ela dera todo seu coração e toda sua vida.



Assim o entenderam também os súditos da rainha. Pelo visto, entre eles, lá e então não havia nem racionalistas nem modernistas...


SANTA TORETE
4) Na diocese de Moulins (França). Santa Torete foi pastora de ovelhas, ficando a vida toda na solidão.
 Com referência a um fato aparentemente corriqueiro para a santa, mas que impressionou profundamente as testemunhas que foram visitá-la naquele dia, sendo surpreendidos por uma violenta tormenta de verão, canta poeticamente o biógrafo:
"Não temas, santa pastora! Apesar da chuva cair torrencialmente ao teu redor e de inundar tudo perto de ti, não escurecerá sobre ti. Ao redor de ti do teu rebanho o tempo será agradável e aconchegante. Como nova madeixa do tosão de Gedeão, tu ficarás seca enquanto tudo ao redor está molhado. Não temas tu, graciosa menina; porque qual tempestade pode injuriar-te a ti cuja confiança em Deus é assim de grande?".

SÃO DOMINGOS DE GUSMÃO











*Século XIII. Pulemos ao século de São Domingos de Guzmán (Espanha). Certa vez sua valise caiu no rio. Profundo.
Dias depois, o santo voltou ao lugar com outros frades, que pretendiam salvar alguma coisa e que não conseguiam explicar-se a serenidade de São Domingos, porque sabiam que entre as coisas perdidas havia livros e documentos de grande importância.
Por fim conseguiram "pescar" a valise. Ela e todo o seu conteúdo estavam completamente secos!



Numerosas testemunhas garantem que também outras várias vezes caminhou, nas suas viagens, no meio da chuva sem que ele e sua valise sofressem um só pingo (Bolandistas).
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

















* Santo Antônio de Pádua estava pregando em Bruges - Bélgica. Era um dia de verão. Campo aberto. Repentinamente arma-se a tempestade.
Para sublinhar sua pregação o santo pede à multidão que não se disperse, promete em nome de Deus que não se molharão.
Na realidade parecia que as nuvens caíam compactas.
Mas o santo continuou pregando, e "nem uma gota de água alcançou a multidão, nenhum dos que escutavam as palavras do pregador molhou-se no aguaceiro".



* Mais outro fato com Santo Antonio de Pádua, um dos maiores taumaturgos de todos os tempos.
Chega imprevistamente com uns companheiros ao convento de Brives - França. Não havia provisões na despensa.
 O santo pede a uma senhora amiga que lhes dê alguns vegetais.

Justo após a senhora mandar sua empregada a recolher vegetais com certa abundância na horta, descarrega uma forte tormenta.
A horta estava a considerável distância da casa.
A jovem, porém, já saíra.
"Grande foi o espanto da senhora (e antes da jovem), quando comprovou que nem uma gota a alcançara, apesar de que não cessou de chover nem um minuto, e a empregada havia estado exposta à chuva mais de meia hora" (Bolandistas).



* Século XV. Mais dos fatos, posteriormente expressamente endossados como históricos e como milagrosos por Bento XIV:


SANTA FRANCISCA ROMANA




















1) Na vigília da festa dos apóstolos São Pedro e São Paulo, santa Francisca Romana junto com outras freiras entrou no recinto junto à igreja de São Paulo. Puseram-se a meditar e orar.
Pouco depois Santa Francisca caía em "êxtase" (?), de joelhos, precisamente dentro da alverca de água.
Ali ficou completamente banhada pela água, da cintura para baixo.
Quando muito tempo depois "acordou" e saiu da água, as freiras pasmadas verificaram que estava completamente seca, a água não atingira nem um fio da roupa.














2) No mesmo ano, no mesmo recinto, as freiras caminhavam recitando o Ofício de Nossa Senhora, quando sobreveio uma forte chuva.
As outras irmãs fugiram para o átrio da igreja, e de lá viram como Santa Francisca Romana, concentrada na oração, parecia nem ter percebido: continuou caminhando e rezando até terminar a oração. Então veio ao encontro das irmãs: não fora atingida nem por uma gota da chuva.

SANTO ANDRÉ AVELINO

 






* Século XVI. Milagre aprovado no Processo de Canonização (estes processos são rigorosíssimos) de Santo André Avelino. Numa noite tempestuosa o santo precisou ir do convento de São Paulo, em Roma, à casa do regente Camilo de Curtis para atender a Catarina Carafa, gravemente doente.
Acompanhado de dois companheiros santo André enfrenta a tempestade. Rajadas de vento e chuva.
Um resplendor procedente "de perto do corpo de Santo André" ilumina toda a estrada diante deles.
Todos na casa do regente ficam admirados de que a chuva não lhes haja molhado nem um cabelo.
Exatamente o mesmo no caminho de volta ao convento, como todos puderam verificar e depois testemunharam. O santo simplesmente explicou: "Iahweh protege os simples" (Sl 116,6).

SÃO FELIPE NÉRI


* Também no século XVI. Os magníficos historiadores, os Bolandistas, garantem.
São Filipe De Néri dirigindo grande multidão, precisa continuar a peregrinação após um pequeno descanso em campo aberto.
Ameaça enorme tempestade.
O santo dá a ordem de partida. Muitos o seguem. Outros muitos, porém, se dispersam em várias direções em procura de abrigo na cidadezinha e casarios próximos. Mas não houve mais tempo.
A tormenta desaba violentíssima tanto sobre os que ficaram com o santo como sobre os que dele se separaram.
Embora ainda à relativamente curta distância, os que procuravam abrigo foram duramente "castigados" pela tempestade e perderam muitos dos seus pertences.
Todos, porém, puderam verificar que, embora houvessem ficado sob o mesmo "teto" de nuvens terrivelmente carregadas, nem uma gota caíra sobre os que seguiram o santo nem sobre seus pertences.