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quinta-feira, 3 de março de 2011

O milagre reconhecido pela intercessão de Irmã Dulce e muitos outros.



ESSE VÍDEO DA GLOBO É UM ÓTIMO RESUMO DA VIDA DE IRMÃ DULCE E DO PROCESSO EXIGIDO PARA SEU RECONHECIMENTO OFICIAL COMO SANTA. 


A Congregação para a Causa dos Santos do Vaticano reconheceu, no dia 26 de outubro de 2010, um milagre atribuído a Irmã Dulce em 2001.

Essa era a etapa que restava para a religiosa ser considerada beata. Agora, para ser canonizada, será necessário comprovar um segundo milagre.

Em junho desse ano, fiéis fizeram vigília na Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Salvador, em homenagem a irmã Dulce, que morreu em 1992 e é conhecida como Anjo Bom da Bahia.




 








 

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Candidata a santa brasileira é homenageada em SCFiéis fazem vigília com restos mortais de irmã Dulce em SalvadorVaticano coloca Irmã Dulce na fila para virar santaDe acordo com representantes das Obras Sociais de Irmã Dulce (Osid), o milagre é relativo a uma mulher que chegou a ser desenganada pelos médicos após sofrer uma hemorragia pós-parto, em 2001, no interior da Bahia.



Análise científica

O médico Sandro Barral, um dos investigadores e peritos que confirmaram o milagre, considerou o feito preternatural (quando a ciência não explica). A agraciada e a criança permanecem com a identidade sob sigilo, por recomendação do Vaticano.





Dom Geraldo Majella fala sobre beatificação de Irmã

 “Foi um caso de pós-parto, onde a paciente apresentava um quadro de forte hemorragia não controlável. Em um período de 18 horas, por exemplo, ela chegou a passar por três cirurgias, mas o sangramento não cessava. Contudo, sem nenhuma intervenção médica, a hemorragia subitamente parou e a paciente passou a ter uma impressionante recuperação”, disse Barral.



Segundo a Osid, para ser beatificada, o processo da freira baiana foi analisado por um grupo de teólogos, em seguida por peritos médicos e cientistas e, por fim, pelo colegiado de cardeais e bispos do Vaticano. Em todas as três etapas, o milagre atribuído a Irmã Dulce foi confirmado, por decisão unânime.










Burocracia religiosa

Para ser considerada beata, uma vasta documentação foi encaminhada ao Vaticano, que fez o reconhecimento jurídico sobre a veracidade do milagre atribuído a Irmã Dulce em junho de 2003.

Em abril de 2009, a religiosa foi considerada venerável pela biografia. Isso, segundo a Igreja Católica, implica dizer que Irmã Dulce teve uma vida de santidade.



Ainda de acordo com a Osid, a abertura do processo de beatificação começou em 17 de janeiro de 2000.

No ano seguinte foi anunciado o milagre e, em 2002, o processo foi levado para análise do Vaticano.







quarta-feira, 2 de março de 2011

MILAGRE PELA INTERCESSÃO DE IRMÃ DULCE

Empresário conta que filho foi salvo por um milagre concedido por intermédio de Irmã Dulce, há sete anos.










Com o reconhecimento de Irmã Dulce como venerável pelo Vaticano, no último de 20 de janeiro, fiéis no Brasil inteiro comemoram mais um passo da baiana em direção à beatificação.

No Ceará, uma família que afirma ter sido abençoada por um milagre conseguido por interseção de irmã Dulce está ainda mais emocionada com a vitória.

O advogado e empresário Mauro Feitosa conta, emocionado, que deve a vida de seu filho a Deus e à Irmã Dulce.

Segundo ele, o milagre teria ocorrido em 2002, quando o filho, Mauro Feitosa Filho, que tinha somente 13 anos na época, foi acometido por um tumor cerebral.

“Os exames de ressonância magnética mostravam que era maligno. Os médicos me aconselharam a levá-lo para fazer uma cirurgia fora do País ou em São Paulo. Mesmo assim, os médicos estipulavam uma sobrevida de três meses somente”, conta Mauro.

Lutando pela vida do menino, a família logo providenciou a viagem para São Paulo, mas a cirurgia teve que ser adiada.

“Ele ia se operar num sábado, mas foi constatado que estava com escarlatina e teria que fazer o tratamento antes”, diz.

O adiamento por 15 dias foi mais uma bênção, conforme Mauro Filho, porque a família esperava uma relíquia de Irmã Dulce (um fragmento do hábito que a freira usava) para o dia que estava marcada a cirurgia.

“Neste período, deu tempo da relíquia chegar e todos os dias fazíamos orações, sempre confiando no milagre. Eu cheguei a dizer para os médicos que tinha a sensação de que, quando eles abrisse a cabeça do meu filho, não teria mais nada”, conta o empresário.

No dia da cirurgia, Mauro Filho diz que a duração prevista era de 14 horas, mas, somente três horas e meia depois a família recebeu uma ligação da sala de cirurgia informando que o procedimento já havia acabado. “O tumor era benigno e eles tiraram tudo na cirurgia”, relata.

 O adolescente ficou somente 11 horas na UTI e saiu do hospital em dois dias.Quando Mauro Filho perguntou sobre o restante do tratamento ao qual o filho deveria ser submetido, os médicos disseram que nada devia ser feito.

“Eles me disseram para esquecer o que passamos e seguir a vida. Eles estavam muito surpresos com tudo aquilo”.

Devoção

“Até acontecer esse milagre com meu filho, eu nem sabia nem direito quem era Irmã Dulce”, conta Mauro Feitosa, revelando que fazia confusão com a Madre Tereza.

Ele diz ainda que não era católico praticante e que nunca teve devoção a santo nenhum.

Contudo, a partir deste dia começou a se dedicar mais à religiosidade.

“Comecei também a ler tudo sobre a Irmã Dulce, conheci a vida e obra dela e me apaixonei”, comenta.

O empresário diz que a freira viveu na terra uma vida diferente de uma pessoa comum. “Ela era um conforto para os pobres e um exame de consciência para os ricos”, frisa.

Mauro diz admirá-la principalmente porque ela gastou todo o conhecimento que tinha em favor dos pobres. Sobre a possibilidade de ser beatificada, o empresário se diz esperançoso.

“Eu devo a Deus a vida do meu filho. Ele operou esse milagre por intercessão dela. Se ela for reconhecida santa, eu dou um jeito de ir à Roma, nem que seja a pé”, enfatiza.











Conhecida como “O Anjo Bom da Bahia”, Maria Rita Pontes, nome de batismo de irmã Dulce, praticava caridade desde os 13 anos.

Aos 18 anos, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição. Irmã Dulce morreu em 1992, em decorrência de problemas respiratórios.

 Entre os milagres atribuídos à brasileira, o de maior relevância refere-se a uma mulher que sofreu intensa hemorragia durante o parto e teria sido salva graças às preces à baiana.




REFERÊNCIA:
http://blogdasagradafamilia.blogspot.com/2009/01/tumor-do-cerebro-milagre-de-irma-dulce.html