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domingo, 21 de julho de 2024

OS JUDEUS NÃO TÊM AUTORIDADE PARA DEFINIR A BÍBLIA CRISTÃ



A Bíblia  diz que os judeus não têm autoridade para definir verdades de fé para os cristãos:

"Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;

15 E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.

16 Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará."

2 Coríntios 3, 14-16


Os judeus , no Cristianismo, não possuem autoridade para definirem as sagradas escrituras, pois " até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;".






A Igreja Católica recebeu autoridade de Cristo para ligar e desligar, definir a doutrina:

"E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

Mateus 16,19

A Bíblia sozinha não é a coluna da verdade, pois  a Bíblia cristã é fruto da Igreja!

A Igreja Católica é a coluna e fundamento da verdade:

"é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade."

1 Timóteo 3,15

A Igreja Católica escolheu o Antigo Testamento em grego por causa das citações dos Evangelistas e dos Apóstolos.

Cristo , os Apóstolos e Evangelistas fazem citação da Bíblia dos judeus gregos e escreveram o Novo Testamento também em língua grega.

Não na Língua hebraica. 

Por isso, a Bíblia Católica tem 46 livros no Antigo Testamento .

A Igreja Católica segue o Antigo Testamento dos judeus gregos, ( Cânon Longo), a Tradução dos Setenta, também chamado de Alexandrino.

A Igreja Católica segue Cristo, os Apóstolos e Evangelistas com a Bíblia de Tradução grega.







POR QUE OS PROTESTANTES EVANGÉLICOS TÊM MENOS LIVROS?

Os Protestantes, Evangélicos  e neopentecostais seguem a Bíblia dos judeus de Jerusalém , o Antigo Testamento em hebraico ( Cânon Breve).

Por isso, eles têm apenas 39 livros no Antigo Testamento.

Os Protestantes e Evangélicos seguem os judeus nacionalistas de Jerusalém que só aceitam o hebraico.






QUEM DEFINIU A BÍBLIA FORAM OS CATÓLICOS!

Foram os católicos em Concílio que definiram todo o Novo Testamento e o Antigo: 

O Concílio de Hipona (393) e os de Cartago (397 e 419) reconheceram o cânon de 27 livros para o novo testamento. 






Protestantes e Evangélicos não existiam no início da Igreja e não receberam autoridade para definirem a Bíblia.

São Igrejas inventadas mais de 1800 anos depois do Cristianismo.  




MENTIRA PROTESTANTE EVANGÉLICA:

Muitos evangélicos dizem que a Igreja Católica acrescentou livros na Bíblia.

Essa é uma acusação mentirosa.

Os judeus consideravam que existiam dois cânones: 

1- o breve, escrito em hebraico (palestinense), e o longo que incluía escritos em grego (alexandrino). O AT em hebraico (Cânon Breve) é formado por 39 livros.


2- O Cânon Alexandrino, antigo testamento que compreendia também os livros escritos em grego, está formado por 46 livros.


Os judeus de Jerusalém  entre 75 e 117 DEPOIS DE CRISTO fizeram a opção pelo Cânon Breve.

O Cristianismo já existia como religião independente e já fazia uso do Cânon Alexandrino.

Quando os cristãos, deixaram de ser perseguidos pelo Império Romano, definiram a manutenção do Cânon Alexandrino. 

Os Evangélicos não viveram essa época e distorcem (alguns) os fatos.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

BÍBLIA É DETURPAÇÃO E ERRO ( SOZINHA)

 Bíblia sozinha é nada, precisa da Igreja que a interprete  (Atos 8,30-31), pois as interpretações pessoais são condenadas (II Ped 1,20) para se evitar as deturpações que causam divisões na Igreja (II Ped 3,16).

A Bíblia , o Magistério da Igreja (Bispos reunidos com o Papa) e a Tradição (recebida dos Apóstolos) é que são nossa fonte de fé:

"A Igreja é a coluna e sustentáculo da Verdade" (I Tim 3,15) e não a Bíblia.

Mas a Igreja sem a Bíblia e o Magistério (Bispos com o Papa) também não existe.

Jesus deu aos Apóstolos e seus sucessores o poder das chaves (Mat 16,19; 18,18), para definir a doutrina guiada pelo Espírito Santo, pois segundo ele ainda haveria muito por ser ensinado, que Jesus não disse (João 16, 12-13). 

A Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela (João 20, 30-31; 2 Tes 2,14-15).

Os Apóstolos não falavam de guardar a Bíblia, pois a Bíblia sozinha é motivo de deturpação, mas os Apóstolos falavam de guardar a Doutrina (2 Tim 1,12-14; Rom 16,16-17; Tito 1,8-9; Tit 2,1; Heb 6,1-3; 2 Tim 2,1-2 ) e é essa doutrina, que vem desde o início dos séculos, que a Igreja Católica tem guardado


Só uma Igreja foi fundada por Cristo e pelos Apóstolos:

A Igreja Católica!

Só uma Igreja deu o nome de Bíblia ao seu livro sagrado:

A Igreja Católica!

Só uma Igreja existe desde os primeiros séculos e separou a Bíblia em Novo e Antigo Testamento:

A Igreja Católica!


Só uma Igreja existiu por mais de mil anos e manteve a Bíblia sendo divulgada através de monges copistas: 

A Igreja Católica!


As outras igrejas são invenções!




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domingo, 7 de novembro de 2021

HISTÓRIA DA BÍBLIA - LIVRO FEITO POR CATÓLICOS -





1 - Quem deu o nome de Bíblia ao conjunto de livros inspirados?

Foi o Bispo (Santo católico!) São João Crisóstomo!

A palavra Bíblia veio da palavra grega "biblos", que significa o lado interno do papiro, papel-cana de onde eram feitos os primeiros papéis, no Egito. A forma latina "Biblia", escrita com uma letra maiúscula, veio a significar "O Livro dos Livros", "O Livro" por excelência.

 As Santas Escrituras foram chamadas de Bíblia pela primeira vez por S. João Crisóstomo, arcebispo católico de Constantinopla, no séc. IV.








2 - Cânone bíblico ou cânone das Escrituras é a lista de textos (ou "livros") religiosos que uma determinada comunidade aceita como sendo inspirados por Deus. Quem começou a usar esse termo?

Os cristãos ( NÃO EXISTIA PROTESTANTE OU EVANGÉLICO) foram os primeiros a utilizar o termo para fazer referência às suas Escrituras.



3- Qual era a Bíblia usada pelos primeiros cristãos?

A Igreja antiga utilizava o Antigo Testamento, especificamente a Septuaginta (LXX) entre os falantes do grego. Esse é o Antigo Testamento  usado pela Igreja Católica ainda hoje.  Ou seja, boa parte dos protestantes ou evangélicos usam uma Bíblia incompleta do ponto de vista das primeiras comunidades cristãs.

4 - Os Apóstolos deixaram um conjunto definido chamado de  Novo testamento?

Não. Os Apóstolos não deixaram um conjunto definido de novas Escrituras e o Novo Testamento se desenvolveu ao longo do tempo.




5 - Quem definiu o Novo Testamento?

Foram os Bispos católicos em Concílios!

6 - Qual foi a testemunha mais antiga do reconhecimento do caráter canônico dos quatro evangelhos ( Mateus, Marcos , Lucas e João)?

Santo Irineu, Bispo de Lugduno na Gália (atual Lyon, na França). Ou seja, um Bispo Católico!


7 - Qual foi o Primeiro Concílio ( reunião de Bispos) que discutiu o cânone bíblico?

O primeiro concílio a discutir o cânone pode ter sido o Sínodo de Hipona (393), no norte da África, mas não restaram documentos desse evento. Um breve sumário de seus atos foi lido e aceito pelo Concílio de Cartago (397) e pelo Concílio de Cartago (419). Estes concílios foram realizados sob a autoridade de Santo Agostinho, Bispo de Hipona, que considerava o cânone como já fechado na época.

Ou seja, Bispos católicos! Não existia evangélico ou protestante!




8 - A Bíblia é a única coluna e fonte da verdade cristã?

Não. A lista dos livros da Bíblia foi feita a partir da Tradição dos cristãos e dos seus Concílios ( Bispos).

 Logo, a Tradição e o Magistério  ( católico)  também são a base da Doutrina Cristã.






A própria Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela:

Vejamos João 20 :

30 Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. 31 Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.





A própria Bíblia diz que devemos guardar a Tradição e Doutrina Apostólica:


"Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."

2 Tessalonicenses 2:14-15


"Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina", para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.

Tito 1:8-9





A própria Bíblia diz que a Igreja é a Coluna da Verdade:


 Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.

I Timóteo 3,15


LEIA MAIS NAS SEGUINTES FONTES:

A IGREJA CATÓLICA FEZ A BÍBLIA (LISTA DOS LIVROS CANÔNICOS) E A PRESERVOU

A Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela.


BÍBLIA, TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO SÃO OS PILARES DA FÉ CATÓLICA


A IGREJA CATÓLICA É A COLUNA E SUSTENTÁCULO DA VERDADE E NÃO A BÍBLIA SOZINHA:

VERSÍCULOS BÍBLICOS- A IGREJA CATÓLICA - ÚNICA IGREJA FUNDADA POR CRISTO

IGREJA CATÓLICA ESTÁ NA BÍBLIA - FÉ, CULTO A DEUS, AOS SANTOS, A MARIA, REZAR, PURGATÓRIO, ALMAS.




quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela.

A Bíblia diz que nem tudo foi escrito nela.

Vejamos João 20 :

30 Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro.

31 Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.













São Paulo nos diz uma frase que não foi escrita nos Evangelhos, imagine então quantas outras não foram:



"Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber."
Atos 20, 4-35



Veja que São Paulo fala para os primeiros cristãos guardarem não só o que ele escreveu de próprio punho, mas também o que ensinou oralmente e muitos desses ensinamentos foram transmitidos pos nossos Bispos que existem desde o início da Igreja, como Santo Inacio do ano 100:



"Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."
2 Tessalonicenses 2:14-15


Muitos conhecimentos não foram escritos na Bíblia, mas eram do conhecimento da Tradição dos Apóstolos que levavam em consideração, não só o que foi escrito na Bíblia, no Antigo Testamento, como  também elementos e narrações orais e apócrifas da Tradição judaica, como o texto Apócrifo de Henoc que narra a ascenção de Moisés, ou a história de Janes e jambres:


"E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé."
2 Timóteo 3:7-8



Veja que no texto de Judas, ele não explica em detalhes sobre a ascenção de Moisés, se ele ressucitou ou não e o porque de o anjo disputar com o demônio o corpo dele,etc. 

Judas fala com os cristãos como se eles já conhecessem essa história que não está no Antigo Testamento, o que mostra que nem tudo foi escrito:



"Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda."
Judas 1:8-9


Em muitas passagens os Apóstolos fazem clara distinção entre doutrina e Bíblia. 

A Bíblia não é um livro doutrinário para dizermos que nossa doutrina é só a Bíblia. Nossa doutrina se baseia nela e não pode contradize-la. Mas não é
apenas ela. 

A Bíblia unida a Tradição dos Apóstolos e ao Magistério (Bispos com o Papa) são a base da Doutrina da Igreja.

Os Apóstolos dizem claramente em muitas passagens que a doutrina é um ensino oral que foi transmitido por eles aos Bispos e presbíteros da Igreja e é algo distinto da Bíblia. A Doutrina se baseia nela, mas não é ela :


"E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles."
Romanos 16:16-17


"Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina", para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.
Tito 1:8-9


"Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina."
Tito 2:1

"Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,
E da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno.
E isto faremos, se Deus o permitir."
Hebreus 6:1-3


"Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus.
Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós."
2 Timóteo 1:12-14

"E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros."
2 Timóteo 2:1-2


São Paulo diz muitas vezes, que nem tudo escreveu, mas transmitiu oralmente aos Bispos e eles, por sua vez, aos fiéis e sucessores que estão na Igreja desde o início e essa transmissão e sucessão se deu na unica Igreja existente desde o início:

"E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros."
2 Timóteo 2:1-2














Que a Bíblia sozinha não é doutrina fica evidente quando São Paulo e outros Apóstolos afirmam que já naquela época existiam doutrinas diferentes que surgiam e pediam aos cristãos que ficassem firmes nos ensinamentos deles, transmitidos não só por escrito como oral (I Cor 11,2):

"Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram."
Hebreus 13:8-9


"Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação."
2 Pedro 1:20

"Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;"
2 Pedro 3:16-17


Veja que Pedro não diz: "leia a Bíblia que lá tem tudo", mas ao contrário, diz leiam com cuidado e não caiais da vossa firmeza, ou seja, não se afastem da doutrina ensinada.


A Bíblia sozinha não é doutrina e por isso precisamos de alguém que nos ensine como interpretá- la.

 Cristo, para isso, deixou seus Apóstolos que deixaram Bispos e presbíteros para ensinarem, não só o que foi escrito na Bíblia, mas como interpretá-la, assim como toda a doutrina, que não está claramente mostrada na Bíblia, como acima já vimos:

"E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?
E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse."
Atos 8:29-31

Veja que afirmar que tudo está na Bíblia é um erro. E que qualquer um pode interpreta-la outro, como nos diz 2 Pedro 1,20; 3,16-17.

Um texto muito usado pelos protestantes para alegar que tudo está na Bíblia é o texto que fala dos bereanos (Atos 17,9-12).

Porém, os bereanos leram o Antigo Testamento procurando acreditar no que Paulo pregava. Logo, a Tradição oral veio antes da Bíblia.

Os bereanos primeiro acreditaram na palavra de Paulo, no seu ensino oral e depois procuraram justificar sua crença com as palavras da Bíblia, pois na Bíblia dos bereanos (Antigo Testamento) não se falava que o Jesus pregado por Paulo era o Cristo.

 Os bereanos creram na palavra oral antes de crer na palavra escrita, na Bíblia:


"E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.
Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.
De sorte que creram muitos deles, e também mulheres gregas da classe nobre, e não poucos homens."
Atos 17:9-12


Nossa Igreja, que existe desde o início, conservou em seu culto e festas, muitos ensinamentos desde a época dos Apóstolos.













terça-feira, 25 de setembro de 2012

A IGREJA CATÓLICA FEZ A BÍBLIA (LISTA DOS LIVROS CANÔNICOS) E A PRESERVOU





 


Se não fosse a Igreja Católica, não existiria a Bíblia como a temos hoje, com os 72 livros canônicos, isto é, inspirados pelo Espírito Santo. 





 “Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120).




 



Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. 

Santo Agostinho dizia:

 “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”
 (CIC,119).









Por que a Bíblia católica é diferente da protestante? 

A protestante tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores,  rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14.


No ano 100 o Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes), feito pelos judeus , decidiu que o Antigo Testamento:
(1)            deveria ter sido escrito na Terra Santa;
(2)            escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;
(3)            escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);
(4)            sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.





 




 A Bíblia Católica veio da Versão chamada "dos Setenta" de Alexandria ( 200 anos antes de Cristo), que incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram.




Pois a Igreja tinha e tem autoridade independente da dos judeus para definir quais livros eram inspirados ou não, do mesmo modo que decidiu o Novo Testamento.

Como havia no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a de Alexandrina (completa – Versão dos LXX).

Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia.

Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos.

Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. 

Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9;  Rom 13,1 a  Sb 6,3;  Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11;  Mt 11,29s a Eclo 51,23-30;  Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42;  Ap 8,2 a Tb 12,15.



 Assim, a Igreja Católica, fundada por Cristo, sob a autoridade de Pedro, definiu quais seriam os livros do Novo Testamento e os do Antigo Testamento.




 







Nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deutero-canônicos) são citados como Sagrada Escritura. 





São Clemente de Roma, Papa, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes.

Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus;

Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.

Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). 

Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870).


Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.


 “Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas  e  se fazem sem cessar, atuantes.” (DV,8).


A Bíblia não define o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o índice dela. 


Assim, este só pode ter sido feito pela Tradição dos apóstolos, pela tradição oral que de geração em geração chegou até nós, e que os protestantes não têm, nem tiveram.


A Vulgata – O Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S.Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da Bíblia. 



 








São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje.

Durante séculos, a Igreja manteve o texto sagrado da Vulgata intatcto e protegido através dos monges copistas da Idade Média, já que não havia imprensa e era necessário copiar todo o texto.

Os monges dedicavam toda sua vida à cópia do texto sagrado ornamentando as páginas com arte e amor.





 






 Para se proteger  das heresias, a Igreja durante a Idade Média, só permitia o acesso de pessoas instruídas em sua Tradição e em seu Magistéria ao texto da Bíblia, para que não houvesse deturpação do que está escrito.

Para interpretar e entender a Bíblia é necessário estudo catequético e bíblico se não erros de interpretação sobre aspectos diversos podem surgir, pois se pegarmos citações soltas ao pé da letra, vamos começar a tirar conclusões erradas sobre a fé como o uso de imagens, a virgindade de Maria, os dogmas da divindade de Jesus e da Trindade, etc.

Daí, a Igreja , na Idade Média, ter assumido a  atitude radical de proibir a leitura da Bíblia aos que não tivessem formação adequada.

Hoje, vemos claramente como a livre interpretação da Bíblia produz péssimos efeitos em nosso meio:

cada um a usa para fundar sua própria igreja; cada um justifica seus vícios ou erros com a Bíblia na mão; a Bíblia é usada para justificar assassinatos, fanatismo, violências, exploração financeira dos mais simples, etc.














FONTE:










segunda-feira, 17 de setembro de 2012

BÍBLIA, TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO SÃO OS PILARES DA FÉ CATÓLICA


Para quem precisa entender o que significa a Tradição e o Magistério na interpretação da Bíblia, o texto da Constituição Dogmática Dei verbum sobre a Revelação Divina nos dá uma resumida e ótima definição:





 

CAPÍTULO II
A TRANSMISSÃO DA REVELAÇÃO DIVINA

Os apóstolos e seus sucessores, transmissores do Evangelho
7. Deus dispôs amorosamente que permanecesse integro e fosse transmitido a todas as gerações tudo quanto tinha revelado para salvação de todos os povos.

 Por isso, Cristo Senhor, em quem toda a revelação do Deus altíssimo se consuma (cfr. 2 Cor. 1,20; 3,16-4,6), mandou aos Apóstolos que pregassem a todos, como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes, o Evangelho prometido antes pelos profetas e por Ele cumprido e promulgado pessoalmente (1), comunicando-lhes assim os dons divinos. 

Isto foi realizado com fidelidade, tanto pelos Apóstolos que, na sua pregação oral, exemplos e instituições, transmitiram aquilo que tinham recebido dos lábios, trato e obras de Cristo, e o que tinham aprendido por inspiração do Espírito Santo, como por aqueles Apóstolos e varões apostólicos que, sob a inspiração do mesmo Espírito Santo, escreveram a mensagem da salvação (2). 






 



Porém, para que o Evangelho fosse perenemente conservado integro e vivo na Igreja, os Apóstolos deixaram os Bispos como seus sucessores, «entregando lhes o seu próprio ofício de magistério». 




Portanto, esta sagrada Tradição e a Sagrada Escritura dos dois Testamentos são como um espelho no qual a Igreja peregrina na terra contempla a Deus, de quem tudo recebe, até ser conduzida a vê-lo face a face tal qual Ele é (cfr. 1 Jo. 3,2).

A sagrada Tradição

8. E assim, a pregação apostólica, que se exprime de modo especial nos livros inspirados, devia conservar-se, por uma sucessão contínua, até à consumação dos tempos. 

Por isso, os Apóstolos, transmitindo o que eles mesmos receberam, advertem os fiéis a que observem as tradições que tinham aprendido quer por palavras quer por escrito (cfr. 2 Tess. 2,15), e a que lutem pela fé recebida dama vez para sempre (cfr. Jud. 3)(4). 

Ora, o que foi transmitido pelos Apóstolos, abrange tudo quanto contribui para a vida santa do Povo de Deus e para o aumento da sua fé; e assim a Igreja, na sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo aquilo que ela é e tudo quanto acredita. 




 

Monges Cristãos Ortodoxos lendo a Bíblia



Esta tradição apostólica progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo (5). 

Com efeito, progride a percepção tanto das coisas como das palavras transmitidas, quer mercê da contemplação e estudo dos crentes, que as meditam no seu coração (cfr. Lc. 2, 19. 51), quer mercê da íntima inteligência que experimentam das coisas espirituais, quer mercê da pregação daqueles que, com a sucessão do episcopado, receberam o carisma da verdade. 

Isto é, a Igreja, no decurso dos séculos, tende contìnuamente para a plenitude da verdade divina, até que nela se realizem as palavras de Deus. 

Afirmações dos santos Padres testemunham a presença vivificadora desta Tradição, cujas riquezas entram na prática e na vida da Igreja crente e orante. 

 Mediante a mesma Tradição, conhece a Igreja o cânon inteiro dos livros sagrados, e a própria Sagrada Escritura entende-se nela mais profundamente e torna-se incessantemente operante; e assim, Deus, que outrora falou, dialoga sem interrupção com a esposa do seu amado Filho; e o Espírito Santo - por quem ressoa a voz do Evangelho na Igreja e, pela Igreja, no mundo - introduz os crentes na verdade plena e faz com que a palavra de Cristo neles habite em toda a sua riqueza (cfr. Col. 3,16).

Relação entre a sagrada Tradição e a Sagrada Escritura

9. A sagrada Tradição, portanto, e a Sagrada Escritura estão ìntimamente unidas e compenetradas entre si. 
Com efeito, derivando ambas da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim.







 A Sagrada Escritura é a palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito Santo; a sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos, para que eles, com a luz do Espírito de verdade, a conservem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação; donde resulta assim que a Igreja não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas. 

Por isso, ambas devem ser recebidas e veneradas com igual espírito de piedade e reverência (6).

Relação de uma e outra com a Igreja e com o Magistério eclesiástico



 




10. A sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem um só depósito sagrado da palavra de Deus, confiado à Igreja; aderindo a este, todo o Povo santo persevera unido aos seus pastores na doutrina dos Apóstolos e na comunhão, na fracção do pão e na oração (cfr. Act. 2,42 gr.), de tal modo que, na conservação, actuação e profissão da fé transmitida, haja uma especial concordância dos pastores e dos fiéis (7). 

Porém, o encargo de interpretar autênticamente a palavra de Deus escrita ou contida na Tradição (8), foi confiado só ao magistério vivo da Igreja (9), cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo. 

Este magistério não está acima da palavra de Deus, mas sim ao seu serviço, ensinando apenas o que foi transmitido, enquanto, por mandato divino e com a assistência do Espírito Santo, a ouve piamente, a guarda religiosamente e a expõe fielmente, haurindo deste depósito único da fé tudo quanto propõe à fé como divinamente revelado. 

É claro, portanto, que a sagrada Tradição, a sagrada Escritura e o magistério da Igreja, segundo o sapientíssimo desígnio de Deus, de tal maneira se unem e se associam que um sem os outros não se mantém, e todos juntos, cada um a seu modo, sob a acção do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas.




 






 FONTES:
Leia texto na íntegra: