quarta-feira, 27 de julho de 2011

SÃO CRISTOVÃO - PADROEIRO DOS CAMINHONEIROS ,MOTORISTAS, VIAJANTES - 25 DE JULHO




São Cristovão
Viveu em 251 DC e é o patrono dos viajantes e é um dos "Quatorze Santos Ajudantes" que apareceram para Santa Joana D’Arc.





Um mártir, São Cristóvão chamado Kester morreu em Lycia ,na Ásia Menor (atualmente Turquia).

Diz a tradição que ele era um homem muito forte que ajudava as pessoas a cruzarem o rio.

Um dia um menino pediu para ajuda-lo e São Cristóvão colocou-o nos ombros e começou a atravessar o rio.

 A cada passo a criança ficava mais pesada e São Cristóvão se esforçava ao máximo para salvar o menino.

 São Cristovão disse a criança que estava muito difícil e que parecia estar carregando o mundo!






E a criança respondeu:" Não fique surpreso! Você está carregando o mundo, voce carrega o criador do mundo nos ombros! O menino era Jesus!







Por isso São Cristovão é invocado por todos antes de fazerem uma jornada.

Raramente se vê um taxi ou onibus sem a medalhinha de São Cristovão em alguns lugar do painel.



Christopher significa "carregador de Cristo". (Christo-phoros).

As sua relíquias estão em Roma e Paris. Ele é invocado contra acidentes.

Em algumas cidades é costume os motoristas levarem seus veículos para serem bentos no dia 25 de julho na igreja de São Cristóvão.

Existe uma tradição antiga, que diz que quem olhasse a imagem de São Cristovão, passaria aquele dia sem qualquer dano.

Daí a grande quantidade de imagens e pinturas de São Cristovão nas Igrejas, lojas e residências.





Sua festa é celebrada no dia 25 de julho.

A existência de um mártir chamado São Cristóvão não pode ser negada visto ter sido suficientemente provada pelo jesuíta Nicholas Serarius em seu tratado sobre "Ladainhas" "Litenutici" (Cologne 1609) e por Molanus em sua historia de pinturas sagradas "De Picturis et imaginibus sacris"(Louvain 1570).




Existe uma pequena igreja dedicada ao mártir São Cristóvão onde o corpo de São Remigius de Reims foi enterrado 532(Acta SS,1 Outubro 161).

O Papa São Gregório, o magno; grande estudioso dos santos, refere-se a um monastério à São Cristóvão (Eppx 33).

O Breviário e o Missal Mozarábico, revisado e indicado por São Isidoro de Sevilha, contem um ofício especial em honra de São Cristovão.

Em 1386 uma irmandade foi fundada sob o patrocínio de São Cristóvão no Tirol, Vorarlberg para guiar os viajantes em Arlberg. Em 1517 a Sociedade de São Cristóvão foi fundada em Caryntia, Styria na Saxônia e em Munique.

Grande veneração popular ao santo é encontrada em Veneza e as margens do Danúbio, Reno e outros rios onde as enchentes causam freqüentes danos. Moedas com a sua imagem são cunhados em Wurzburg, em Wurtemberg e na Bohemia.

Estátuas do santo são colocadas na entrada das igrejas, das pontes, túneis e sua medalha é encontrada nos veículos em geral.




IMAGEM DE SÃO CRISTOVÃO EM REIMS, FRANÇA.









São Cristóvão
Mártir

Morte 251 d.C. em Anatólia (martirizado)

Veneração por :

Igreja Católica

Igreja Ortodoxa

Igreja Ortodoxa Oriental

Igreja Anglicana

Igreja Luterana

Festa litúrgica 9 de março (Oriente)

25 de julho (Ocidente)

Atribuições Árvore, ramo, como gigante ou ogro, carregando Jesus, lança, escudo, como um homem com cabeça de cão

Padroeiro: Solteiros, transportes (motoristas, marinheiros, etc.), viagens, tempestades, Braunschweig, Ilha de São Cristóvão, Rab, Vilnius, epiléticos, jardineiros, santa morte, dor de dente



São Cristóvão (em grego: Άγιος Χριστόφορος, em latim: Christophorus) é um santo venerado por católicos e cristãos ortodoxos, classificado como mártir morto durante o reinado de Décio, imperador romano do século III.







Apesar de ser um dos santos mais populares do mundo, muito pouco se sabe ao certo sobre sua vida.

São Cristóvão é venerado no dia 9 de maio pela Igreja Ortodoxa.

O Calendário Tridentino da Igreja Católica permite a celebração de São Cristóvão no dia 25 de julho, apenas em missas privadas.

Esta restrição foi removida mais tarde.

 Apesar da Igreja Católica ainda aprovar a devoção a ele, o listando entre os mártires romanos venerados em 25 de julho, ela removeu seu dia festivo do calendário católico de santos em 1969.

Na época, a igreja declarou que a celebração não era de tradição romana, tendo em vista sua adesão tardia (por volta do ano de 1550) e limitada ao calendário romano.



A Igreja Católica argumenta que quase nada de histórico é conhecido sobre a vida e a morte de São Cristóvão, apesar de que várias lendas são atribuídas a ele.

 A mais popular se origina da Legenda Áurea, uma compilação de histórias de santos do século XIII.



 Lenda de São Cristóvão




Um rei pagão em Canaã ou na Arábia, através das preces de sua esposa à Virgem Maria, teve um filho a quem batizou de Reprobus (Offerus), dedicando-o ao deus Apolo.

Adquirindo tamanho e força extraordinárias com o tempo, Reprobus resolveu servir apenas aos mais fortes e bravos.

Em sua busca por tais indivíduos, ele acabou servindo a um rei poderoso e a um indivíduo que alegava ser o próprio Satanás, mas acabou por achar que faltava coragem a ambos, uma vez que o primeiro temia o nome do diabo e o último se assustara com a visão de uma cruz na estrada.

 Em seguida, ele encontra um eremita que lhe educou na fé cristã, batizando-o.

 Reprobus se recusou a jejuar e a rezar para Cristo, mas aceitou a tarefa de ajudar as pessoas a atravessar um rio perigoso, no qual muitos haviam morrido ao tentar fazer a travessia.



Certo dia, Reprobus fez a travessia de uma criança que ficava cada vez mais pesada, de tal maneira que ele sentia como se o mundo inteiro estivesse sobre os seus ombros.

Após a travessia, a criança revelou ser o Criador e o Redentor do mundo.

 Daí provém o nome Cristóvão, que significa "aquele que carrega Cristo".

 Em seguida, a criança ordenou a Reprobus que fixasse seu bastão na terra.




 Na manhã seguinte, apareceu no mesmo local uma exuberante palmeira.

Este milagre converteu muitos, despertando a fúria do rei da região.









Cristóvão foi preso e, depois de um martírio cruel, decapitado.



A análise histórica das lendas de São Cristóvão sugere que Reprobus (Christóvão) viveu durante o período de perseguição aos cristãos do imperador Décio ou do imperador Diocleciano, e que ele foi capturado e martirizado pelo governador da Antioquia.

De acordo com o historiador David Woods, os restos mortais de Cristóvão foram possivelmente levados para Alexandria por Pedro I, onde teriam sido confundidos com os do mártir egípcio São Menas.



Veneração e padronado



A lenda de São Cristóvão, de origem grega, provavelmente teve início no século VI.

Em meados do século IX, já havia se espalhado pela França.

 Originalmente Cristóvão era apenas um mártir e, como tal, é registrado nos antigos martirológios.

 A passagem simples sobre sua vida logo deu lugar a lendas mais elaboradas.

 A idéia vinculada a seu nome, primeiramente entendida no sentido espiritual, como "aquele que carrega Cristo no coração", foi tomando um sentido mais literal por volta dos séculos XII e XIII, se tornando o principal feito do santo.

 O fato dele ser freqüentemente chamado de "grande mártir" pode ter dado origem à história de que possuía estatura enorme.

 O rio e o peso da criança podem ter sido acrescentados como maneira de identificar as provações e lutas de uma alma que têm sobre si o jugo de Cristo neste mundo.

Antes da canonização formal de São Cristóvão no século XV, muitos santos eram proclamados divinos por aclamação popular.

Isto significa que os processos de canonização de então se davam de maneira muito mais rápida, mas muitos dos santos eram baseados em lendas, na mitologia pagã ou até mesmo em outras religiões.

 Em 1969, a Igreja Católica examinou todos os santos de seu calendário para ver se realmente haviam evidências históricas de que eles existiram e viveram uma vida de santidade.

Nesta análise, a Igreja concluiu que havia pouca evidência de que muitos santos, incluindo alguns muito populares, existiram de fato.

Cristóvão foi um dos santos cuja vida teria sido baseada em grande parte em lendas e, assim sendo, teve seu nome retirado do calendário hagiológico.

 Alguns santos, como Santa Úrsula, tiveram suas vidas consideradas tão lendárias que seus cultos foram completamente reprimidos.

Cristóvão, por sua vez, teve seu culto restrito a calendários locais.
Cristóvão sempre foi um santo muito popular, sendo reverenciado especialmente por atletas, marinheiros, barqueiros e viajantes.

Ele é reverenciado como um dos catorze santos auxiliares.

Seu padronado é vasto, sendo mais conhecido por assuntos relacionados a viagem.

 Também é padroeiro de vários locais, tais como Baden, Barga, Mecklemburgo, Brunswick, Rab, São Cristóvão, Mondim de Basto,Vilnius e Havana.




































SÃO CRISTOVÃO ENTRE DOIS SANTOS




TRANSLADAÇÃO DAS RELÍQUIAS DE SÃO CRISTOVÃO
DE ANDRE MANTEGNA




SÃO CRISTOVÃO , SÃO JERÔNIMO E SANTO AGOSTINHO












terça-feira, 26 de julho de 2011

SÃO BOAVENTURA - 15 DE JULHO







Nasceu como Giovanni de Fidanza e a lenda diz que São Francisco de Assis o curou milagrosamente de uma doença perigosa na juventude e exclamou: " Ó buena ventura" e assim seu nome mudou para Boaventura.




Um contemporâneo de São Thomas de Aquino, de São Alberto o grande, ele foi para a Universidade de Paris com 14 anos.

Lá estudou teologia sob o grande professor franciscano Alexandre Hales e talvez tenha sido influenciado a entrar a Ordem dos Franciscanos com 20 anos.



Lá pelos anos 1248 formou-se Bacharel em Teologia, e Bacharel em Escrituras.

Dois anos mais tarde ele tornou-se Mestre em Teologia e foi indicado Catedrático dos Frades Menores.

Ele ensinou teologia e escrituras, e pregou em Paris de 1248 a 1255, concentrado na elucidação de alguns problemas que exercitava as mentes dos estudiosos da época.











 



 CURA DE SÃO BOAVENTURA CRIANÇA
POR SÃO FRANCISCO







Seu ensinamentos eram cercados de oposição por alguns professores seculares, que ficavam ciumentos do sucesso do novo frade e ainda mais incomodado pela vida austera que ele levava.

Aparentemente o desprezo que eles tinham pelos franciscanos, levou a universidade a demorar emitir o diploma de Doutorado em Teologia, mas isto não deixou Boaventura nem abalado e nem chateado porque ele tinha uma mente elevada.

 Com Tomas de Aquino ele defendeu os frades contra os seus oponentes.

Quando o líder secular Willian de Santo Aurmour escreveu "Os perigos dos últimos tempos ", Boaventura respondeu publicando "Preocupado com a pobreza de Cristo" um tratado da santa pobreza.



O Papa Alexandre IV denunciou Willian e ordenou o término dos ataques aos frades mendicantes. Assim a ordem dos mendicantes foi re-estabelecida em Paris, e São Boaventura e Santo Tomas de Aquino receberam em 1257 seus doutorados em teologia.





Naquele mesmo ano, quando tinha apenas 36 anos Boaventura foi eleito Ministro Geral dos Franciscanos.

 Nesta posição ele se defrontou com uma tarefa difícil, porque ele pensava que São Francisco de Assis havia estabelecido um ideal incomparável para a Ordem, mas a sua organização era fraca e desde a sua morte, um grande número de diferentes grupos haviam surgido.



No seu quartel general em Narbone, em 1260 São Boaventura desenvolveu um jogo de regras que se tornou a Constituição da Ordem, por isto é que ele é chamado de "o segundo fundador dos franciscanos".

Alguns o acusam de ter enfraquecido o espirito de São Francisco : A "Vida" que ele escreveu de si próprio, de modo a promover a unidade dos irmãos franciscanos é acurada mas incompleta.

 Ele modificou o Regra da Ordem que proibia os franciscanos de receber dinheiro e ter suas próprias propriedades.

A severa interpretação da espiritualidade de São Francisco de Assis valorizava a pobreza acima de tudo, inclusive do aprendizado, mas Boaventura aprovada primeiro o estudo e a necessidade da Ordem em possuir livros e casas para conventos e monastérios.

Os monges deveriam ensinar e estudar nas universidades para terem condições de pregar e serem guias espirituais para compensar os clérigos pouco educados que haviam na época.



Em aditamento aos seus trabalhos de teologia e filosofia Boaventura deixou tratado de ascéticos, alguns dos quais foram traduzidos para o inglês por ele próprio, inclusive a "Jornada das almas para Deus".

Entre os seus trabalhos estão: "Comentários das sentenças de São Pedro"(que cobre um amplo campo da teologia escolástica) Os trabalhos místicos de Breviloquium , o "Itinerarium mentis ad Deum" ," De reductione artium theologium" , a "Perfeição da Vida" (escrito para a Beata Isabel, irmã de São Luís IX e seu Convento das Clarissas Pobres) "Soliloquy", vários comentários bíblicos de sermões.



Escreveu ainda sobre a Virgem Maria:

"Se o meu Redentor , por causa de meus pecados, me mandasse para longe de si, lançar-me-ia aos pés de Maria,e, aí prostrado , não me levantaria sem que ela me tivesse alcançado o perdão".



No ano seguinte, o Papa Gregório o chamou para escrever a agenda do 14° Concílio Geral em Lyon e para discutir a reunião de Roma com as Igrejas do Leste.

Santo Tomas de Aquino morreu a caminho do Concilio.

São Boaventura foi a figura mestre e conseguiu o sucesso do Concílio e com isto ele tambem escreveu o último capítulo das Regra da Ordem entre a terceira e a quarta sessão. São Boaventura veio a falecer enquanto o Concilio de Lyon ainda estava em sessão e foi enterrado em Lyon.

A reputação de São Boaventura é baseada na sua bondade pessoal, seu notável conhecimento e brilhante raciocínio como teólogo.

Alguns julgam que ele estaria "iluminado" pelo Espirito Santo.



"Com ele parece que até Adão não havia pecado" escreveu Alexandre de Hales, e quando ele morreu a "Ata Oficial do Concilio" diz:






" Nesta manhã morreu o irmão Boaventura de famosa memória, homem de notável santidade, bondade, homem piedoso, afável, misericordioso, e repleto de virtudes e amor ao Deus e ao homem... Deus deu a ele a graça de que todas as pessoas que com ele convivesse, o respeitava e o amava".






 
Embora São Boaventura e Santo Tomas de Aquino fossem amigos por uma vida, os dois homens se opunham em certas questões como o neo-aristotelismo, que estava sendo introduzido na teologia por Aquino.

São Boaventura temia que como resultado, a filosofia fosse elevada acima da teologia e que a razão ficasse mais importante que a revelação.



Dizia São Boaventura "um pobre e velho homem pode amar a Deus mais que um Doutor em Teologia".



Mas a síntese que Santo Tomas de Aquino fez da teologia não teve o efeito desastroso temido por São Boaventura e Santo Tomas se alinhou com os grandes pensadores da Igreja, como Santo Agostinho e enfatizou a supremacia da graça e seguiu os passos do fundador da Ordem.



São Boaventura foi canonizado em 1482 e declarado Doutor da Igreja em 1588.



Na arte litúrgica da Igreja, São Boaventura é mostrado:

 1)como um Cardeal com o hábito franciscano lendo ou escrevendo um livro;

2) as vezes com a Arvore da Vida–Jesus crucificado em uma árvore-

3) com o crucifixo,

 4) com um anjo ouvindo suas preces;

5) na livraria com Santo Tomas de Aquino

 6) na pintura do grande Francisco Zuburban ele está presidindo o Consilho de Lyon e

 7) com o Papa e o Imperador presentes ao seu funeral.



Sua festa é celebrada no dia 15 de julho.








SÃO BOAVENTURA E SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA








SÃO BOAVENTURA À ESQUERDA


SÃO BOAVENTURA RECEBE
A COMUNHÃO DAS MÃOS DE UM ANJO








QUANDO SÃO BOAVENTURA RECEBEU O CHAPÉU CARDINALÍCIO
ESTAVA LAVANDO ROUPA E NUM GESTO DE HUMILDADE
PEDIU QUE O DEIXASSE NA MESA.





SÃO BOAVENTURA SEGURANDO A BANDEIRA DIANTE DA VIRGEM



SÃO BOAVENTURA EM ORAÇÃO

sábado, 23 de julho de 2011

SANTA ÁUREA DE San Millán de la Cogolla em Rioja, Espanha. - 11 DE MARÇO













Em 11 de março, comemoramos o dia da festa de Santa Aurea (Santa Oria, 1042-1069) de San Millán de la Cogolla em Rioja, Espanha.








Santa Aurea, uma virgem da Igreja, demonstrou grande amor pelo Senhor, tornando-se uma anacoreta, visionária, miracilosa.


Muito do que sabemos sobre a vida dela foi gravada por Gonzalo de Berceo em seu poema épico, Vida de Santa Oria.

Aurea nasceu de "bons pais e religiosos", García e Amunna, na aldeia de Villeveyayo, Espanha.

A região de nascimento de Aurea tinha anteriormente sido invadida pelos mouros, e ela foi criada sob o controle mouro.

Apesar disso, ela se sentiu atraída para as Escrituras, meditando e estudando-as desde cedo.

Aurea também teve um amor insaciável pelos santos, lendo e estudando a vida dos primeiros mártires da Igreja.

 Ela gostava muito de Agatha , Eulália de Mérida, e Cecília, cujas vidas ela tentou imitar com ela própria.





Aurea sentiu-se atraída pela vida religiosa, e escolheu  se tornar uma anacoreta ligada à catedral de San Millan de la Cogolla.



Lá ela disse ter vivido uma vida monástica austera, e foi agraciada por três visões de seus santos favoritos, incentivando-a a viver a sua fé mais devotamente.

 

Na primeira visão, que ocorre na festa de Santa Eugenia, virgem mártir da Igreja, os  Santos Eulália, Agatha, e Cecilia apareceram na cela Aurea, levando-a à glória do céu com eles.

Enquanto ela, a princípio se recusa a subir ao céu, ela finalmente consente, movendo-se com os Santos para cima ao longo de uma coluna grande, e vindo para descansar nos galhos de uma árvore majestosa.

Os santos são assistidos pelos anjos para o céu, enquanto Aurea é levantada por uma pomba.

Após a chegada no céu,  Aurea testemunha uma procissão de fiéis, incluindo algumas que ela conhece.

Ela é ainda informada pelas virgens mártires que um lugar foi reservado para ela no céu. Uma cadeira vazia e palácio são mostrados a ela, seus lugares de descanso para a eternidade. Mas a voz de Cristo informa que ainda não é o seu tempo, e que ela deve retornar ao seu corpo por algum tempo.



Aurea estava de coração partido por ter que deixar o céu, pedindo a Cristo para permitir que ela ficasse, mas é obediente, e retorna à sua cela em Sua direção.

Ela aprofundou a sua fé e renovaram-se à sua vida ascética, discutindo as visões com seu diretor espiritual, mas rezando para não ser vítima de orgulho na sua ocorrência.

Apesar de sua humildade, a história de suas visões se espalhou, e ela tornou-se procurada para aconselhamento e oração.

 Por sua intercessão, muitos milagres foram reivindicados. Quase um ano depois, para o início de novembro, Aurea é agraciada com uma segunda visão, durante a qual as três  mártires santas virgens retornam à cela de Aurea, desta vez trazendo uma cama grande e luxuosa com eles .

Aurea se recusa a se juntar a eles na cama, momento em que eles corporais jogam-na nela.

 Sua cela, já nua, de repente é cheia de virgens, e da Virgem Maria, Nossa Mãe Santíssima, aparece, conversando com Aurea.





Aurea quando pede um sinal da Virgem Maria que as visões são verdadeiras, ela fica sabendo que ela vai logo ficar doente e morrer.

A Aurea é mostrado um vislumbre de seu futuro sofrimento corporal como uma promessa de sua viagem iminente para o céu.

Fiel à mensagem da Virgem, Aurea foi acometida de uma doença dolorosa, uma que ela sofreu com pouca queixa e grande coragem.

Chegando ao fim de sua força, Aurea entrava e saia de consciência, durante o qual ela experimentou a sua visão final.

Durante esta terceira visão, Aurea é transportada para o Monte das Oliveiras, onde ela está cercada por homens vestidos de branco.

 Ela foi despertada prematuramente de sua visão por sua mãe, e depois de uma breve conversa, durante a qual ela se recusou a falar mais de suas visões, Aurea morre na tenra idade de 27 anos.

Os monges e religiosos da comunidade fazem uma vigília sobre o corpo dela até a data do enterro.

Numerosos milagres foram reportados em seu túmulo.

Em uma idade nova, Santa Aurea dedicou-se ao Senhor, retirando-se para uma pequena cela, e desistiu de todos os prazeres mundanos.

Ela rezou incansavelmente e demonstrou grande devoção a Deus, na comunhão dos santos, e à Mãe Santíssima.

Como recompensa, a ela foi oferecida uma promessa do céu para incentivá-la em sua vocação.

Por sua intercessão, muitas foram curadas e milagres foram operados.

 Em nossas vidas diárias, nós geralmente não recebemos promessas visionárias do céu como Santa Aurea teve.

 Mas somos certamente agraciados com vislumbres do céu, e as experiências de Deus naqueles que encontramos.

Nós só precisamos olhar para eles. A vida e visões de Santa Aurea encoraja-nos a manter o foco no Senhor em nossas vidas diárias, encontrar vislumbres do céu no amor e na bondade das pessoas que interagem conosco, e ser espelhos de seu grande amor a todos que encontramos.

















SANTA ÁUREA DE ÓSTIA - 20 DE MAIO








NOSSA SENHORA COM SÃO DOMINGOS E SANTA AUREA







SANTA AUREA DE ÓSTIA, ITÁLIA
 
Sabemos muito pouco sobre Santa Aurea.

 
Segundo a tradição, Santa Aurea foi membro de uma família aristocrática romana e de um grupo de cristãos perseguidos perto do teatro (ou theatrum ante arcum) em 268 dC

 
Durante a vida de Santa Aurea, católicos foram duramente perseguidos e forçados a adorar deuses, queimando incenso sobre altares, para evitar serem torturados ou decapitados.

 
Os 32 cristãos, incluindo Santa Aurea, que se recusaram a fazer isso foram executados.

 








 
Seu corpo , acredita-se, foi levado para a margem do rio Tibre, pelo bispo de São Ippolito, depois de ser afogada.







 
Mais tarde, ele enterrou-a na herdade da família Aurea, fora dos muros de Ostia.

 
Seus restos mortais foram posteriormente colocados em uma catedral paleocristiana, localizada nas proximidades, que os habitantes de Ostia consideram a ela dedicada.

Embora ela fosse venerada por muito tempo, seu túmulo acreditava-se ter sido esquecido, mas foi encontrado durante a demolição da catedral, por ordem do cardeal de Estouteville.

Mais tarde, seus restos mortais foram transferidos para Albano.




Catedral de Santa Aurea, em Óstia, Itália.