sábado, 26 de fevereiro de 2011

NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

Os títulos de Nossa Senhora, "do Bom Parto" e do "Bom Sucesso" nasceram aos pés da imagem da Virgem Negra de Paris, venerada na antiga igreja Saint-Etienne-des-Grès, capital francesa. Invocar a proteção da Mãe durante a gestação e parto é o que toda família cristã sempre fez ao longo dos séculos.


O culto à Virgem do Bom Parto é uma das mais tradicionais devoções da França, Espanha e Portugal, que se espalhou por muitas outras nações.

No mundo cristão, esse culto aparece com títulos semelhantes, como Nossa Senhora do Divino Parto, entre outros, porém as imagens representam a Virgem com a pele clara.



Nos registros das primeiras igrejas cristãs, encontramos muitas indicações sobre estátuas e pinturas da Virgem Maria com a pele morena.

Na Antiguidade, a cor preta em símbolos religiosos, era sinal de fertilidade. Um sinal que a primitiva arte cristã manteve, para invocar a fertilidade física e espiritual de Maria, Mãe de Deus e nossa.



A imagem de Maria da igreja de Paris foi esculpida em pedra negra e data do século XI.

Considerada milagrosa, é diante dela que acorrem constantes peregrinações de devotos.

Nossa Senhora do Bom Parto é especialmente invocada nas ocasiões de tragédias pessoais e públicas.

 Aos seus pés, o Padre Cláudio Poullart dês Places, junto com doze companheiros pobres, fundou a Congregação do Espírito Santo e do Imaculado Coração de Maria, em 1703.

A Congregação dos padres espiritanos cresceu rapidamente e, orar diante da Virgem Negra de Paris, era sinal da primeira consagração.



Outras personalidades importantes foram rezar aos pés de Nossa Senhora do Bom Parto, em Paris.

 Dentre os quais: Domingos de Gusmão; Tomás de Aquino; Francisco de Sales, hoje Doutor da Igreja; Sofia Barrat; Vicente de Paulo, que colocou sob a proteção da Virgem Negra de Paris a sua grande Obra de caridade e os seus Institutos; e mais recentemente João Bosco.



Durante a Revolução Francesa, a igreja de Saint-Etienne-des-Grès foi saqueada e destruída.

Mas a escultura da Virgem Negra foi vendida à uma piedosa cristã, que a escondeu muito bem.

Mais tarde, ela doou a sagrada imagem às Irmãs Enfermeiras da Congregação de São Tomas de Vilanova, que construíram uma capela nova para a veneração de Nossa Senhora do Bom Parto, em Neuilly. Desse modo, asseguraram o culto e as constantes peregrinações dos fiéis e devotos.




Foram os missionários espiritanos que divulgaram o culto à Senhora do Bom Parto no mundo.

No Brasil eles aportaram em dezembro de 1885, e encontram essa devoção já estabelecida no país.

Os registros indicam que os cristãos brasileiros começaram a invocar Senhora do Bom Parto, diante da imagem da Virgem do Ó, na igreja erguida no Rio de Janeiro em 1650.

 Isso porque, anexada à ela, os padres fundaram o Recanto do Bom Parto, para acolher as mulheres grávidas rejeitadas pela sociedade



Devoção





É importante que se relacione o título dessa devoção com o nascimento de Jesus. Maria, uma mulher normal, deu à luz um filho, que todos conhecemos como o Filho de Deus, Jesus de Nazaré, o Salvador da humanidade (cf. Lc 2, 1-7).



Como se iniciou esta devoção? Pe. Arlindo Rubert, em seu livro “Os trinta títulos de Nossa Senhora”, assim relata:



“Muitas mães aflitas, principalmente outrora quando não havia recursos médicos, ao chegarem à sua hora tinham momentos de angústia e recorriam confiantes àquela que em milagroso parto dera com felicidade à luz o Salvador do mundo. Sabe-se que, pelo menos a partir do século XVII, no Brasil, se honrava a Virgem Maria por ocasião da preparação da festa do Natal, que era precedida por novena e pregação em honra da expectativa do parto da Virgem Maria. Dizia-se também Nossa Senhora do O: “Ó Sabedoria...; Ó raiz de Jessé...; Ó chave de Davi..., etc.



Aos poucos, a invocação litúrgica da Expectação do Parto de Nossa Senhora, mudou-se, na hora das mães mais humildes, em Nossa Senhora do Bom Parto, à qual sucediam-se promessas e cumprimentos de votos após partos bem sucedidos, formando-se confrarias e levantando-se igrejas e capelas para honrar a benevolência da Mãe da humanidade.



No Rio de Janeiro, havia a bela igreja de Nossa Senhora do Bom Parto, como havia também em diversas outras cidades e vilas, sendo muito visitadas. Nossa Senhora do Bom Parto também é representada de pé, com o belo Menino nos braços, rodeada de mães grávidas que lhe imploram proteção.



Na Região Episcopal Belém, Arquidiocese de São Paulo, temos a alegria de honrar Maria com este título, através da Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto, no bairro Tatuapé.








Que ela continue, portanto, sendo a grande protetora das mães parturientes! (Texto de Irmã Etel Maria Pereira da Costa, Doutora em Mariologia, da Congregação das Irmãs de Maria Menina)




















ORAÇÃO E NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

Ó Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, fostes isenta da mancha do pecado original, e devido a este privilégio não sofrestes os incômodos da maternidade, nem ao tempo da gravidez e nem no parto; mas compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das pobres mães que esperam um filho, especialmente nas incertezas do sucesso ou insucesso do parto.

Olhai para mim, vossa serva, que na aproximação do parto, sofro angústias e incertezas.

 Dai-me a graça de ter um parto feliz. Fazei que meu bebê nasça com saúde, forte e perfeito.

 Eu vos prometo orientar meu filho sempre pelo caminho certo, o caminho que o vosso Filho, Jesus, traçou para todos os homens, o caminho do bem. Virgem, Mãe do Menino Jesus, agora me sinto mais calma e mais tranqüila porque já sinto a vossa maternal proteção. Nossa Senhora do Bom Parto, rogai por mim!















terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SANTA MARGARIDA DE CORTONA - 22 DE FEVEREIRO








Margarida nasceu na cidade de Laviano, diocese de Chiusi, na Toscana, em meados o século XIII.

De sua primeira infância, nada se sabe a não ser que perdeu a mãe quando tinha sete ou oito anos de idade.

Como acontece com certa freqüência, a madrasta que veio preencher o lugar de sua progenitora, dois anos depois de sua morte, começou a tratá-la mal, encontrando defeito em tudo o que ela fazia.


Ora, Margarida tinha um coração terno e uma natureza ardente. E não encontrando em casa o afeto de que necessitava, foi procurá-lo fora.







Tornou-se uma formosa adolescente, cheia de graças e encantos. Isso constituiu sua desgraça.

Quando contava 15 anos, o filho do senhor de Montepulciano dela se enamorou e convenceu-a a ir viver com ele pecaminosamente, prometendo-lhe que futuramente haveriam de se casar.

 
Os remorsos de consciência foram abafados.

 

Em meio ao luxo, às festas, aos passeios, Margarida reprimia sua consciência, que de tempos em tempos, como um aguilhão, a torturava.

 Mais tarde ela dirá:

Em Montepulciano perdi a honra, a dignidade, a paz; perdi tudo, menos a fé”.


E era essa fé que aflorava e a fazia sonhar com outra vida muito diferente da que então levava.

Algumas vezes, por exemplo, vendo certos lugares recolhidos, comentava:

 “Como seria bom rezar aqui!

Que lugar próprio para se levar uma vida penitente e solitária”.


 
Mas novas jóias, novas festas, novas promessas abafavam esses bons movimentos de seu coração.

 
Certa vez em que algumas damas elogiavam sua beleza, ela respondeu profeticamente:

Não façam caso disso.

Chegará o dia em que vocês me tratarão como santa e irão, com o bordão na mão, visitar meu túmulo”.


Assim, Margarida viveu nove anos nessa união ilícita, contrária à Lei de Deus, quando sobreveio um acontecimento dramático que deveria mudar sua vida.




Visão funérea e graça da conversão

Certo dia seu concubino não voltou para casa, e nem no dia seguinte.

Aflita, Margarida viu chegar apenas a cadelinha dele, que, ganindo tristemente, a puxava pelo vestido, indicando-lhe que a seguisse.


Margarida, ansiosa, seguiu o animal até um bosque nas imediações, onde encontrou um amontoado de galhos que o animalzinho esforçava-se para levantar.








Tirando os galhos de cima, deparou com o cadáver de seu concubino apunhalado, envolto em sangue, e que já começava a dar os primeiros sinais de putrefação.








Ante essa sinistra visão, ela deu um grito e caiu desmaiada.


Foi o golpe de misericórdia da Providência.

Apenas voltando a si, Margarida pensou sobre o destino eterno daquele de quem fora cúmplice no pecado.

 Encheu-se de tal horror de sua existência pecaminosa, que, naquele momento, fez o propósito de mudar inteiramente de vida.




No lar paterno, rejeitada pela madrasta

Depois do enterro do infeliz jovem, Margarida vendeu tudo o que tinha, distribuiu entre os pobres e, vestida muito simplesmente de preto, retornou à casa do pai, pedindo perdão e abrigo.

O pai comoveu-se, mas a seu lado estava a madrasta, que imediatamente exclamou: “Ou ela ou eu!”.


A porta da casa paterna foi-lhe então cruelmente fechada.


Desolada e sem saber o que fazer, sem recursos e sem residência, no auge da provação, Margarida sentou-se num tronco à beira do caminho.






 O demônio logo entrou em cena, tentando-a:

Você tem somente 26 anos e está no auge de sua formosura.

Muitos outros pretendentes surgirão.

Vamos, erga a cabeça e recomece de novo a vida de fausto e de alegria!”.








Não! –– exclamou Margarida, resoluta.

Já ofendi muito a Nosso Senhor, que verteu seu sangue inocente por mim.

Mais vale a pena mendigar o pão que voltar ao pecado”.


Nesse momento outra voz, a da graça, se fez ouvir:


“Em Cortona os filhos de São Francisco compadecer-se-ão de ti e dir-te-ão o que fazer”.


Nessa época Cortona era uma república, com administração autônoma.

Era próspera e tinha vida religiosa intensa.

A pobre Margarida, sem conhecer ninguém, procurou o convento dos frades franciscanos.







Duas damas locais, Marinaria e Romeria Boscari, a encontraram e ficaram comovidas ao ver sua profunda tristeza e o sofrimento que se exprimia em seu rosto.

Com bondade, perguntaram-lhe se precisava de algo.








Margarida abriu-lhes a alma, contou seus pecados e sua inspiração de procurar os franciscanos da cidade.

As duas nobres senhoras ofereceram-lhe abrigo em sua casa, e elas mesmas a apresentaram a Frei Bevegnati, varão venerável por sua virtude, que depois viria a escrever a história de Margarida.

 Esta, entre lágrimas e suspiros, fez uma confissão geral tão minuciosa, que durou oito dias.

Pediu depois admissão na Ordem Terceira franciscana, também chamada da Penitência.









Radicalidade na penitência obtém o perdão divino








Preocupada em evitar uma recaída no pecado, Margarida cortou a formosa cabeleira, que tanto orgulho lhe causara, expôs o rosto ao sol para perder seu frescor, e examinava como reparar seu escândalo.

 Passou a dormir no solo e a alimentar-se apenas de ervas.



Certo domingo apareceu ela em Laviano na hora da Missa mais freqüentada, com uma corda ao pescoço, e ali, em altas vozes, pediu perdão a seus concidadãos pelo mau exemplo que lhes dera.









Outra vez, em Cortona, Margarida fez-se arrastar com uma corda ao pescoço pelas ruas da cidade, enquanto uma mulher gritava:

“Eis esta Margarida, que perdeu tantas almas;

eis esta pecadora, que profanou tanto nossa cidade”.


No intuito de se humilhar, muito mais coisas teria feito, se a obediência lhe tivesse permitido.











Margarida passava horas e horas de joelhos diante do Crucifixo, chorando por seus pecados.












 Seu arrependimento foi tão profundo e sincero, que um dia o Crucificado disse-lhe:


 
“Teus pecados te são perdoados”.


Outra vez, quando em prantos meditava na Paixão de Nosso Senhor, Este perguntou-lhe:

“Que queres, minha pobre pecadora?”.



 
E Margarida, num transporte de amor, respondeu:

“Senhor Jesus, não quero senão a Vós, e não procuro senão a Vós”.






Participação na Paixão do Divino Redentor


Em pouco tempo Margarida passou a ser visitada por elevadas graças místicas.

 Narra seu confessor e biógrafo:

“Pediu-me que não me ausentasse do convento, porque Deus lhe preparava algo extraordinário.

Depois da Missa conventual, ela foi arrebatada em espírito.

À sua vista desenrolou-se o drama da Paixão.

Viu o Salvador vendido pelo beijo de Judas, negado por São Pedro, abandonado pelos Apóstolos, insultado pelos pretorianos.

Ouviu os golpes dos açoites, os gritos do populacho, o ruído do martelo quando Lhe cravavam mãos e pés.








 Explicou-me as cenas da Paixão, sem conhecer a presença da população de Cortona, que havia vindo para presenciar tão extraordinário fato.

Tinha os braços em cruz, e as contrações de seu rosto refletiam a violência de suas emoções.













 À mesma hora em que expirou a vítima do Calvário, inclinou a cabeça e pareceu também que ela expirava.

Os que estavam presentes não cessavam de soluçar”.

Outra vez, acabrunhada pelo peso das tentações, gemia aos pés do Crucifixo.











 Disse-lhe Nosso Senhor:

Tem ânimo, minha filha, por mais violentos que sejam os esforços do demônio, pois Eu estou contigo no combate, e sempre sairás vitoriosa.

 Sê fiel a todos os conselhos do teu diretor;

confia cada dia mais e mais em minha bondade,

desconfia de ti mesma, e com o socorro de minha graça triunfarás do inimigo”.






De vários lugares, desde Roma até a Espanha, vinham pessoas ver a que se tornou “a taumaturga de Cortona”, pela fama dos milagres por ela operados.



 
Pedia-se, por sua mediação, a conversão de pecadores, a cura de enfermos, a liberação de endemoniados.


Foi graças a Margarida que os güelfos, partidários dos Papas, fizeram as pazes com os gibelinos, partidários do Imperador alemão, depois que ela, por ordem de Deus, correu pelas ruas de Cortona gritando:

Cortonenses, fazei penitência e reconciliai-vos com vossos inimigos”.

Nosso Senhor afirmou lhe nessa ocasião:

“Cortona merecia ser castigada,

 mas, pelo amor que te tem, Eu a perdoarei”.


O Divino Salvador também fez-lhe o seguinte elogio:

Tu és a terceira luz dada à Ordem de meu bem-amado Francisco.

Ele foi a primeira, entre os Frades Menores;

Clara foi a segunda, entre as monjas;

tu és a terceira, na Ordem da penitência.






Com esmolas recebidas Margarida fundou o Hospital de Santa Maria da Misericórdia, para cuidar dos pobres da cidade, a cargo de suas irmãs da Ordem Terceira Franciscana reunidas em uma Congregação por ela fundada, a das Poverelle.






 

Muitos milagres, que o limite deste artigo não permite transcrever, foram operados por intercessão da penitente de Cortona.













Seu corpo, transcorridos mais de 700 anos de sua morte, continua incorrupto.













 
 Ele pode ser visto num relicário de cristal, exposto na Basílica dedicada à sua honra, em Cortona.










Corpo de Santa Margarida de Cortona
















ALTAR TÚMULO DE SANTA MARGARIDA DE CORTONA







A visão porém, mais consoladora que Cristo lhe concedeu, foi uma, pouco antes do feliz trânsito, em que Jesus, anunciando-lhe a proximidade da morte, assegurou-lhe a completa remissão dos pecados passados e que sua alma iria para o céu, acompanhada de todas as almas do Purgatório, que deviam a libertação às suas orações e boas obras.


Com santa impaciência aguardou Margarida a chegada desta feliz data.

Era o dia 22 de fevereiro de 1297.




 










 














 Margarida contava 48 anos.

 

 
O corpo foi, em grande solenidade, enterrado na Igreja da Ordem de São Francisco, onde até hoje é conservado intacto.









 
Muitos milagres têm provado a santidade da serva de Deus.

Bento XIII inseriu-a solenemente no catálogo dos Santos, em 1728.




LEIA SOBRE ALGUNS MILAGRES DE SANTA MARGARIDA DE CORTONA EM:












Igreja onde seu corpo encontra-se guardado.



MARGARIDA TENDO UMA DE SUAS VISÕES MÍSTICAS







Orações:

Ó Deus, Pai de bondade,
pela intercessão de Santa Margarida de Cortona,
 eu Te suplico,
 sustenta minha esperança nas provações da vida
 para que ao dizer-te:
“Senhor, que queres que eu faça?”,
seja capaz de ouvir e de aceitar tua resposta.
Amém.

Santa Margarida de Cortona, rogai por nós.










"O VOSSO ADORNO NÃO CONSISTA EM COISAS EXTERNAS,
TAIS COMO CABELOS TRANÇADOS, JOIAS DE OURO, VESTIDOS LUXUOSOS,
MAS NA PERSONALIDADE QUE SE ESCONDE NO VOSSO CORAÇÃO,
MARCADA PELA ESTABILIDADE DE UM ESPÍRITO SUAVE E SERENO,
COISA PRECIOSA DIANTE DE DEUS."
Pd 3,3






Imagem retratando as penitências de Santa Margarida



APESAR DE SER AMANTE DE UM HOMEM RICO
MARGARIDA TINHA REMORSOS
E PENSAVA EM CASAR-SE.

ATÉ QUE SEU CONCUBINO MORREU EM PECADO.
ELA , ENTÃO, TORNOU-SE PENITENTE.






A DEUS ORAVA COM LÁGRIMAS
FIEL A SANTA ORAÇÃO,
ENTRE JEJUNS E VIGÍLIAS,
FIEL À SANTA ORAÇÃO.







DO MUNDO A GLÓRIA PISOU,
FIRMANDO A MENTE NO BEM.
E, NA PERFEITA JUSTIÇA,
DOS CÉUS SUBIU MAIS ÁLÉM.





SANTA MARGARIDA DE CORTONA,
ESTRELA DA ORDEM FRANCISCANA,
ORAI POR NÓS!




SENHOR JESUS,
QUE PERDOASTES À MULHER PECADORA TODOS OS SEUS PECADOS
PORQUE ELA MUITO AMOU,

PERDOAI-NOS TAMBÉM NOSSOS MUITOS PECADOS
E PELA INTERCESSÃO
DA VOSSA SERVA
A BEM-AVENTURADA MARGARIDA DE CORTONA,
CONCEDEI-NOS PAZ E PROTEÇÃO.





POR SUAS PRECES MOVIDO,
JESUS, SALVAI OS CULPADOS,
E ASSIM A VÓS LOUVAREMOS
DE CORAÇÃO RENOVADOS.




Máscara mortuária de Santa Margarida


A CADELINHA QUE MOSTROU O CORPO DE SEU AMANTE
É MOSTRADA EM MUITAS DAS SUAS REPRESENTAÇÕES
ICONOGRÁFICAS.






PELA INTERCESSÃO DE SANTA MARGARIDA DE CORTONA,
CONCEDEI-NOS FORTALEZA NAS PROVAÇÕES,
SENHOR.








PELA INTERCESSÃO DE SANTA MARGARIDA DE CORTONA,
CONCEDEI-NOS, SENHOR,
QUE SEMPRE VOS AGRADEMOS
EM PALAVRAS E AÇÕES.





PELOS MÉRITOS DE SANTA MARGARIDA DE CORTONA,
CONCEDEI-NOS SAÚDE
NO CORPO E NA ALMA.








LOUVOR E PODER A DEUS PAI,
QUE O MUNDO INTEIRO GOVERNA
E RESERVA PARA OS SEUS
A GLÓRIA DA VIDA ETERNA.






Santa Margarida mantinha colóquios com seu anjo da guarda






Ícone com a vida de Santa Margarida






"NÃO VOS CONFORMEIS COM O MUNDO,
MAS TRANSFORMAI-VOS,
RENOVANDO VOSSA MANEIRA DE PENSAR E JULGAR,
PARA QUE POSSAIS DISTINGUIR O QUE É DA VONTADE DE DEUS,
ISTO É,
O QUE É BOM,
O QUE LHE AGRADA,
O QUE É PERFEITO. "
Rm 12,2





A glória de Santa Margarida



Milagre de Santa Margarida - ressucita um menino



CORPO DE MARGARIDA DE CORTONA






A MÃO DO SENHOR VOS DÁ FORÇA,
VÓS SEREIS PARA SEMPRE BENDITA!










CONCEDEI-NOS, Ó DEUS,
A SABEDORIA E O AMOR QUE INSPIRASTES
À VOSSA FILHA SANTA MARGARIDA DE CORTONA,
PARA QUE, SEGUINDO SEU EXEMPLO DE FIDELIDADE,
NOS DEDIQUEMOS AO VOSSO SERVIÇO,
E VOS AGRADEMOS PELA FÉ E PELAS OBRAS.

POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
VOSSO FILHO,
NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO.
AMÉM





MEU CORAÇÃO E MINHA CARNE REJUBILAM
E EXULTAM DE ALEGRIA NO DEUS VIVO











Santos e Santa Margarida contemplando a Virgem Mãe






A visão de Santa Margarida








ORAI POR NÓS!