quarta-feira, 20 de abril de 2011

MILAGRE DE JOÃO PAULO II E OUTRAS GRAÇAS













Marie-Simon-Pierre, de 45 anos, é  a freira que teria sido curada do mal de Parkinson depois de rezar para o falecido papa João Paulo II.

A freira, que contraiu o mal de Parkinson em 2001, havia escrito anonimamente sobre sua doença em uma revista da Igreja italiana.

 "Eu perdia peso a cada dia. Não podia mais escrever e, se tentasse, era difícil de decifrar. Não conseguia mais dirigir, porque minha perna esquerda ficou rígida", escreveu ela.



Ela contou que, junto com suas colegas, rezou para o falecido papa por sua recuperação.

 Em 2 de junho de 2005, exatamente dois meses após a morte de João Paulo II, ela diz que sentiu uma súbita necessidade de pegar uma caneta.

"Minha caligrafia estava completamente legível, meu corpo não estava mais dolorido, não estava mais rígido. Senti uma profunda sensação de paz", relatou.


Seu neurologista e outros médicos e psicólogos não conseguiram explicar a cura.

A irmã Marie-Simon-Pierre trabalhava em uma maternidade da sua ordem religiosa em Puyricard, perto de Aix-en-Provence, quando teve a súbita cura.

No final de 2006, ela foi transferida para outra maternidade, em Paris



DETALHES:

 

Irmã Marie Simon Pierre conta em detalhes o milagre que permitirá a beatificação do Papa João Paulo II:


A religiosa francesa Marie Simon Pierre revelou detalhes inéditos do milagre que permitirá a beatificação do Papa João Paulo II no próximo 1º de maio, como o fato de experimentar um grande desejo de rezar poucos instantes antes de descobrir que tinha sido curada do mal de Parkinson, a mesma enfermidade que sofria Karol Wojtyla.



Em uma entrevista concedida em 14 de janeiro à rede francesa KTOtv e à italiana RAI Vaticano e divulgada pela agência ACI a religiosa relata - que “o dia 2 de junho de 2005 foi o dia da minha cura. Esse dia pela manhã eu estava completamente bloqueada e já não suportava mais”.



“Pensei em procurar a irmã Marie (superiora de sua comunidade) para pedir minha demissão, deixar de realizar meu serviço na maternidade onde trabalhava com muitas pessoas sob a minha responsabilidade. Sentia-me muito pesada e me disse: é necessário que eu pare, que eu deixe o serviço. Eu não posso deixar que isto continue, não é possível”.



O pedido da irmã Marie Simon Pierre foi rechaçado com amabilidade e em troca sua superiora lhe propôs pedir a graça de sua cura ao Papa João Paulo II.



Quando isto aconteceu, “sentimos por um bom momento uma grande mudança em seu escritório, diria que era uma grande paz e uma grande serenidade, sentia-me muito serena, ela também”.



Nesse momento, pediu-lhe para escrever o nome de João Paulo II em um papel.

O avanço do Parkinson tinha afetado seu braço esquerdo e sofria de intensos tremores.

Sua superiora lhe propôs escrever com a mão direita. “Disse-lhe que não podia porque minha mão direita também tremia, mas ela insistiu: 'sim você pode, sim pode'".


Escreveu algo ilegível, mas pensou que de repente “ocorrerá um milagre se é que acredito”.



“Fui e continuei com meu serviço. Depois como de costume a ceia comunitária, em seguida um pouco mais de trabalho e depois a oração da noite na capela”.



Ao retornar ao seu quarto, a irmã Marie Simon-Pierre tentou escrever e teve uma grande surpresa ao ver que nesse momento ela podia escrever.



Passou uma noite tranqüila e dormiu bem, sem a insônia habitual que apresentava pela dor do Parkinson.

Às 4h30 da madrugada do dia 3 de junho despertou sentindo que “já não era a mesma. Havia uma alegria interior e uma grande paz; e então me surpreendi com os gestos do meu corpo”.



Ao mesmo tempo despertou nela “um grande desejo de rezar. Nessa hora não tinha autorização para rezar, mas rezei”.



Rezou diante do tabernáculo do oratório da maternidade “sempre com uma alegria muito profunda” meditando também os mistérios luminosos do Papa João Paulo II.

 Às 6h da manhã sua comunidade celebrava a Eucaristia, assim também ela se dirigiu do oratório à capela.

No trajeto “percebia que meu braço esquerdo já não estava imóvel ao caminhar mas balançava normalmente. Na Eucaristia tive a certeza de que estava curada”.










OUTRAS GRAÇAS ALCANÇADAS E MILAGRES ( ainda não reconhecidos)









 CURA DE LEUCEMIA






Há também um suposto caso de cura milagrosa no México, o do jovem Herón Badillo Mireles, natural de Zacatecas (noroeste), que garante que em 1990 recebeu a benção papal e, gradativamente, ficou curado de uma leucemia, apesar de ter sido desenganado pelos médicos.






























































CURA DE CÂNCER










 

O jornal italiano La Stampa publicou na edição de domingo, 10 de abril, uma reportagem intitulada "Ecco il miracolo di Wojtyla" em que diz que o secretário pessoal do Papa João Paulo II, o arcebispo Stanislaw Dziwisz, presenciou um milagre praticado pelo falecido pontífice.



O milagre teria ocorrido em 1998, com um norte-americano que sofria de câncer. Após ter recebido a comunhão das mãos do papa João Paulo II, ele teria se curado.








CURA DE DOENÇA INCURÁVEL




Uma religiosa colombiana teria também se curado de uma doença diagnosticada como incurável, após receber uma benção do papa.












PILOTO SAI ILESO DE ACIDENTE



 

 

O possivel milagre recebido pelo piloto polonês Robert Kubica entrou oficialmente para o processo de Beatificaçao de João Paulo II. A confirmaçao foi feita pelo Postulador da Causa Pe. Sławomir Oder.




O Piloto de Formula-1 sofreu um acidente durante o Gran-Prêmio do Canadá, o carro ficou totalmente destruido e o piloto sofreu apenas uma leve lesão nos pés.





O piloto afirma que está vivo pela intercessão de João Paulo II, pois levava o seu nome no capacete. Afirmou também que sempre antes das corridas pede a sua intercessão.



Kubica é natural de Cracóvia, Polônia, cidade em que Karol Wojtyla foi Arcebispo por muitos anos.



O caso foi acrescentado no Dossier da Causa do Servo de Deus, juntamente com outros “milagres” a serem estudados pela Congregação para a Causa dos Santos.






MENINO CURADO



Dois novos milagres foram atribuídos nos Estados Unidos e no Vaticano ao Papa João Paulo II por ocasião do quarto aniversário de seu falecimento, segundo testemunhos divulgados nesta sexta-feira pela imprensa italiana.






"Me contaram que um menino de nove anos polonês, de Gdansk, com um câncer nos rins e que se movimentava apenas numa cadeira de rodas pela doença, rezou diante do túmulo de João Paulo II no Vaticano.




Ao sair da Basílica de São Pedro, disse: 'quero caminhar' e depois se levantou e andou", contou o cardeal da Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, secretário pessoal do falecido Papa por anos.



O cardeal assegurou que recebe centenas de testemunhos de pessoas que receberam a graça da intervenção do Papa polonês.







CURADO DE FERIDA MORTAL (BALA NA CABEÇA)

















O outro milagre foi narrado por um padre de um hospital de Cleveland (nordeste dos Estados Unidos) ao canal ABC.


 
Trata-se de um homem de 26 anos, Jory Aebly, que se salvou de uma bala na cabeça graças a um rosário abençoado pelo Papa falecido.









Este jovem de 26 anos recebeu um disparo na cabeça durante um assalto, os médicos não lhe deram esperanças de vida assim que chegou ao hospital mas sobreviveu e já foi dado de alta. Sua assombrosa cura foi vinculada à intercessão do Servo de Deus João Paulo II.



A noite de 21 de fevereiro passado, Jory e seu amigo Jeremy Pechanec sofreram um assalto no centro de Cleveland. Os atacantes lhes dispararam na cabeça ao estilo de uma execução.

Jeremy faleceu e Jory chegou com vida ao hospital Metro Health, mas os médicos advertiram à família que sua ferida era mortal e não tinha possibilidades de sobreviver. A bala ingressou no cérebro por detrás da orelha esquerda e se alojou no hemisfério direito deixando na sua passagem fragmentos ósseos e balísticos.

Para o médico Robert Geertman, o neurocirurgião que tratou a Jory, seu caso é “muito milagroso” porque a bala atravessou o dois lóbulos do cérebro e sua progressiva melhoria lhe resultava incrível.

O jovem foi dado de alta em 31 de março, com uma conferência de imprensa em que agradeceu as orações de todos. Agora recebe terapias ambulatórias de reabilitação, caminha, fala e espera poder recuperar seu trabalho logo.

A conexão entre o jovem, a incrível recuperação e o falecido Papa João Paulo II, a fez o capelão do hospital, Padre Art Snedeker, quem entregou a Jory o último de uma dúzia de rosários bentos pelo Pontífice que tinha em seu poder.

O Papa João Paulo II me prometeu que sempre ia rezar pelos pacientes do Metro e benzeu uma dúzia de rosários para os pacientes daqui", disse o Padre Snedeker na conferência de imprensa. "A noite que chegou Jory, administrei-lhe o sacramento da unção dos enfermos, e lhe pedi ao Papa João Paulo II que orasse e o protegesse”, lembrou o sacerdote e assegurou que o caso deste jovem é um milagre.


























Um comentário:

  1. O SANTO PAPA JOÃO PAULO SEGUNDO , JÁ ERA SANTO ANTES MESMO DE IR PARA O CÉU, AQUI NA TERRA ELE JÁ ERA SANTO
    SANTO PAPA ROGUE A DEUS E NOSSA SENHORA PELA SAUDE DE MEUS FILHOS E QUE JUNIOR E DANIELE PASSEM NO CONCURSO, E SAUDE PRA NOS PELO AMOR DE DEUSCURA DE JOSE, JUNINHO DNINHA E EU AMÉM

    ResponderExcluir