quarta-feira, 11 de novembro de 2015

PURGATÓRIO NÃO É SEGUNDA CHANCE APÓS A MORTE, É A CERTEZA DO CÉU


Um erro muito comum dos protestantes é dizerem que o Purgatório é uma segunda chance, ou que oramos para salvar as almas do Purgatório... são ignorantes da doutrina católica.

O Purgatório é a certeza da salvação, as almas que estão no Purgatório já estão salvas, apenas esperam entrar diretamente no céu, purificando-se,  passando pelo fogo (I Cor 3,15):

A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia (dia do juízo) a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.

Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.
Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.
1 Coríntios 3,13-15







 O Purgatório é como a ante sala do céu, elas estão quase lá, no céu, só aguardam um pouco mais se purificarem, pois por conta da consequência seus pecados já perdoados, não podem entrar. 

Todo pecado mesmo perdoado tem consequências, castigos, exige reparação (Num 20,12; 1 Sam 3, 14.17-18; 2Sam 12, 13-14; Jon 1,12 ; At 5, 3-5.9-10; Jó 2, 8 ).

Todos devemos receber na outra vida a paga do bem ou do mal que fizemos enquanto estávamos no corpo (2 Coríntios 5,10) . Logo, deve haver uma punição para os pecados leves ( Lucas 12, 45-48) , os que não são para a morte eterna (I João 5,16).

E Jesus nos diz isso ao falar que há pecados que podem ser perdoados no outro mundo (Mat 12,32).

As almas do Purgatório são como Moisés, que por ter pecado (mesmo depois de perdoado) não pode entrar na terra prometida, e apenas a vê de longe:

" E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado."

Números 20,12

"Depois disse o Senhor a Moisés: Sobe a este monte de Abarim, e vê a terra que tenho dado aos filhos de Israel.
E, tendo-a visto, então serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão;
Porquanto, no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos (estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim)."
Números 27,12-14

"E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: À tua descendência a darei; eu te faço vê-la com os teus olhos, porém lá não passarás.

Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor."
Deuteronômio 34,4,5


E as nossas orações são consolo para nós e para elas e podem de fato apressar a entrada delas no céu, pois São João diz que nossas orações podem alcançar o perdão para nossos irmãos e as almas que estão no Purgatório se purificam de pecados que não são para a morte ( pecados mortais):


"Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore."

I João 5,16

Nossas orações podem alcançar o perdão dos pecados que não são para a morte ( os pecados veniais).

Os primeiros cristãos já oravam pelos mortos como nos diz São Paulo:


Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?

1 Coríntios 15,29



O PURGATÓRIO É BÍBLICO:
A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
Alguns pecados são perdoados e outros não serão perdoados nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.







A SALVAÇÃO DE JESUS NOS LIVRA DO INFERNO, MAS NÃO DOS CASTIGOS TEMPORAIS.

 Jesus nos salva do inferno, o castigo eterno do pecado.  O Batismo nos lava de todo pecado, mas após o batismo todos pecam e todo pecado produz uma mancha que torna o homem impuro.

 E todo pecado traz uma consequência, uma pena ou castigo que deve ser expiada em vida (Num 20,12; 1 Sam 3, 14.17-18; 2Sam 12, 13-14; Jon 1,12 ; At 5, 3-5.9-10; Jó 2, 8 )..

E se morremos sem expiar todas as consequências de nossos pecados, se forem pecados que não são para a morte eterna no inferno (I Joao 5,15) eles poderão ser perdoados, expiados, no outro mundo (Mat 12,32), ou seja, a purificação continua mesmo após à morte caso sejamos julgados salvos (I Cor 3,15).

 Todo pecado produz uma mancha, torna impuro o homem e se ele morre em pecado que não é para a morte eterna (pecados leves ou veniais), mesmo assim ele está impuro, pois não se arrependeu e fez penitência antes de morrer.

 Por isso devemos ter sempre sem mancha nossa consciência diante de Deus e dos homens (Atos 24,16), pois não sabemos nem o dia, nem a hora da nossa morte  e o senhor virá num dia em que não se espera e numa hora que não se sabe( Mateus 24,50; Lucas 12,46)

Devemos vigiar e orar pois entraremos direto no céu "contanto que sejamos achados vestidos e nao despidos" II Cor 5,3; Heb 5,9, já que sem a santidade ninguem verá o Senhor Heb 12,14.

Toda alma que tem pecados leves está impura até pagar por esses pecados, mas se morrer sem pagar por seus pecados, não poderá entrar no céu. 

Sendo uma alma boa e santa não irá para o inferno, mas por naõ ter se purificado de seus pecados leves também não poderá entrar diretamente no céu, pois nada de impuro entra no céu (Apocalipse 21,27).

Essa alma está salva, mas deve passar pelo fogo da purificação (I Cor 3,15), o Purgatório, para poder adentrar no céu e ver a Deus face a face.

Nossas orações podem libertá-las dos laços e consequências e pecado, por isso oramos para que elas sejam libertas da prisão do Purgatório, descrita por Jesus e os Apóstolos ( Mat 5,22.25-26; I Ped 3,18-19), e possam estar diante do trono de Deus.









quinta-feira, 5 de novembro de 2015

PARA QUE REZAR MISSA DE SÉTIMO DIA?


A Missa de Sétimo dia é uma tradição Católica brasileira, mas que tem respaldo bíblico:

“fizeram um funeral grandioso e solene e José guardou por seu pai um luto por sete dias” 
(Gn, 50, 10).

Os sete dias nos lembram que Deus fez o mundo e descansou no sétimo dia (Gênesis 2, 2), assim como esperamos descansar desta vida em Deus. 

São Paulo chama a morte de descanso sabático, pois descansaremos de nossas obras em Deus:

"Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus;
pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas.
Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência."
Hebreus 4:9-11

O primeiro livro de Samuel afirma que, por ocasião da morte do rei Saul, seus comparsas guerreiros, numa cerimônia fúnebre, queimaram seu corpo e depois enterraram os ossos debaixo de uma árvore, fazendo um jejum de sete dias (1 Sm, 31, 13).

 Outras duas passagens bíblicas que refere a morte e seus sete dias posteriores estão nos livros de Judite e Eclesiástico. 

O primeiro afirma que, quando morreu Judite, a heroína do povo hebreu, os israelitas fizeram luto por sete dias (Jd 16, 24):


"24. Ela (Judite) viveu cento e cinco anos na casa de seu marido, e deu liberdade à sua escrava. Morreu e foi sepultada em Betúlia junto de seu marido.
25. Todo o povo a chorou durante sete dias."


 E o livro do Eclesiástico afirma que “o luto pelo morto duram sete dias” (Eclo, 22, 11).

Eclesiástico 22:
"10. Chora sobre um morto, porque ele perdeu a luz; chora sobre um tolo, porque é falho de juízo.
11. Chora menos sobre um morto, porque ele achou o repouso;
12. a vida criminosa do mau, porém, é pior do que a morte.
13. O luto por um morto dura sete dias, mas por um insensato e um ímpio, dura toda a sua vida."

O COSTUME DA IGREJA É A MISSA DE CORPO PRESENTE:

O costume, em toda a Igreja Católica, sempre foi o de rezar Missa pelos mortos logo após o seu falecimento, no mesmo dia do sepultamento. Era a chamada Missa de corpo presente, ou Missa rezada diante do cadáver da pessoa pela qual se oferecia a Missa.






MISSA DE SÉTIMO DIA É COSTUME BRASILEIRO

Aqui no Brasil, se arraigou o costume de rezar a Missa no sétimo dia após o falecimento, portanto, a missa de 7.º dia é um ritual BRASILEIRO, não é uma pratica seguida em outros países, nem consta do Missal Romano ou do Oficio de Defuntos.

O ritual da missa de 7.º dia é exclusivo do Brasil, vem dos tempos coloniais quando não existiam estradas, nem aviões, nem carros nem ônibus, nem trens, capazes de trazer um parente do defunto de uma distância grande até o local do velório.

Esse costume vigora ainda hoje até nas grandes cidades. Esta é a oportunidade para que se reúnam os numerosos parentes e amigos do falecido. Nem sempre os participantes são pessoas plenamente conscientes do valor da oração e da eucaristia.

As missas de 7º dia podem e devem se tornar momentos de evangelização dos católicos que vivem afastados da comunidade. O importante é que o ato não seja meramente social, mas uma manifestação de fé na ressurreição!





PRECISAMOS ORAR PELOS MORTOS

Após à morte somos julgados pelo que fizemos na terra  (Heb 9,27) e devemos receber a paga de tudo o que praticamos de bem ou de mal enquanto estávamos no corpo (II Coríntios 5, 10), logo, é necessário um lugar de castigos além do inferno (para onde vão os que cometem pecado mortal). 

A Palavra de Deus aponta para castigos temporais na outra vida ( Lc 12, 45-48; Mt 5,22.25-26) (para os salvos (I Cor 3, 10-15) que devem pagar pelas consequências de seus pecados) destino das que fizeram coisas repreensíveis ( Lc 12, 45-48; Mt 5,22.25-26), o que chamamos de Purgatório.

São João afirma que se orarmos por alguém que pecou de um pecado que não é para a morte essa pessoa será salva (1 Jo 5,16), e São Paulo afirma que os cristãos se batizavam pelos mortos( I Cor 15,29), claro com a intenção de os salvar, assim a Palavra de Deus nos dá o respaldo e nos aponta a necessidade de orar pelos falecidos.

Já no Antigo Testamento vemos a prática de oferecer um culto de sacrifício para que os mortos sejam livres de seus pecados.  No segundo Livro dos Macabeus lemos: 

Santo e salutar pensamento este de orar pelos mortos. Eis porque ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres dos seus pecados
(Mac 12, 41-46)


Orar pelos mortos é um ato de caridade cristã. Lembrando que toda Missa é uma ação de Graças, também é um culto de agradecimento pela vida da pessoa que se foi.

Image result for HOLY MASS PICTURE

A maior oração que podemos oferecer é a Santa Missa,pois nela temos a renovação do sacrifício de Jesus que nos salvou (1 Coríntios 10,16; 2 Coríntios 11, 27-29; 2 Coríntios 11, 26). 

Sacrifício feito uma só vez, mas renovado em nossos altares, pois Cristo vive para interceder por nós (Hebreus 10,10; Hebreus 7,24; Hebreus 7,25; 1 Coríntios 10,16; 2 Coríntios 11, 27-29; 2 Coríntios 11, 26).








segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A MISSA PELAS ALMAS - BÍBLIA - 3º, 7º e 30º dia

Devemos oferecer Missa pelas almas para que sejam libertas de seus pecados e possam ver a face de Deus no outro mundo, pois ela é a renovação do sacrifício de Jesus feito uma só vez, mas renovado em nossos altares ( Lucas 22,19; I Coríntios 10,16), pois ele vive para interceder (Hebreus 7,25). 

A Bíblia nos diz que assim que morremos somos julgados diante de Deus  (Heb 9,27) e vamos para o céu, o Purgatório (Castigos intermediários, não eternos (Mt 12,32;  I Cor 3, 10-15)) ou para o Inferno (Castigos Eternos, longe de Deus).

Após a morte, as almas devem receber a paga pelo bem ou o mal que fizeram em vida durante o tempo que estavam no corpo (II Coríntios 5, 10), o Purgatório é o destino das que fizeram coisas repreensíveis( Lc 12, 45-48; Mt 5,22.25-26) ,mas não foram condenadas ao inferno, serão salvas passando por uma purificação, o Fogo do Purgatório (I Cor 3, 10-15).

As almas nada podem fazer para sairem mais rápido dessa prisão de purificação (Mt 5,22.25-26), mas nossa intercessão pode ajudá-las a encontrar o perdão para as suas penas (I  Tim 2,1; 2Cor 15,29; Rm 14,8; Gl3,27-28; 1 Jo 5,16).

 Lembremos que as almas pagam suas penas, não seus pecados e que nossas orações ajudarão as que estão no Purgatório, pois as condendas ao Inferno não têm mais salvação. 

Os pecados dos que são salvos já foram perdoados, porém todo pecado acarreta consequências que exigência reparação em vida ou após à morte (1Sam 3,13-14; 4,18; 2 Sam 12,13-14; Jon 1,12; Atos 5,4-5; Mateus 12,32; I Cor 3, 10-15)

Nós, os vivos, é que podemos intercedendo por elas, para alcançar o perdão para os castigos ou penas que elas devem pagar no outro mundo, no que chamamos de Purgatório.

A Bíblia nos diz que nossa intercessão pode alcançar o perdão de Deus para o próximo, como Jó que orava por seus filhos para livrá-los de seus pecados, oferecendo sacrifícios (Jó 1,5).

E tanto o Antigo quanto o Novo Testamento nos fala que judeus e cristãos já oravam pelos mortos:

 "Eis por que ele [Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos de seu pecado" (2Mc 12,46).

"De outra maneira, que intentam aqueles que se batizam em favor dos mortos ? Se os mortos realmente não ressuscitam, por que se batizam por eles? " ( I Cor 15,29) 


  


A Missa, por ser a renovação do sacrifício de Cristo, feito uma só vez, mas eternizado em nossos altares( Lucas 22,19; I Coríntios 10,16), é a maior oração que podemos oferecer para implorar o perdão para as almas, pois foi através da morte e ressurreião de Cristo, que todos fomos salvos.

O costume de orar para que os mortos sejam perdoados de seus pecados é antigo na Igreja e bíblico, como nos diz São Paulo:

"De outra maneira, que intentam aqueles que se batizam em favor dos mortos ? Se os mortos realmente não ressuscitam, por que se batizam por eles? " ( I Cor 15,29)

Rezar e oferecer sacrifícios em sufrágios pelos mortos é justo e necessário, pois "quer vivos ou mortos pertencemos ao Senhor" (Rm 14,8).

Os sacrifícios que podemos oferecer são a Missa ( o mais importante), nosso culto principal (Rom 12,1-3) onde oferecemos o louvor dos lábios que tmabém é um sacrifício (Heb 13,15-16) e o do próprio Cristo

Os sacrifícios que devemos oferecer, além da Missa,  são a oração, o amor, as boas obras, esmolas , penitências, sofrimentos e martírio (Mc 12,33; Sl 50,14;  Sl 50,23;  Heb 13,15-16; Rom 12,1-3; Sl 51,17;  Fil 2,17; Fil 4,18; 1 Ped 4,8; At 10,31; At 10,4; Lc 12,33; Eclo 7,37 ; Lc 11,41; Mat 6,4; Tob 12, 8-9)




MISSA DE SETE DIAS:

A Missa de sete dias é uma tradição católica brasileira, mas que também encontramos respaldo bíblico:

 “fizeram um funeral grandioso e solene e José guardou por seu pai um luto por sete dias” (Gn, 50, 10).
Os sete dias nos lembram que Deus fez o mundo e descansou no sétimo dia (Gênesis 2, 2), assim como esperamos descansar desta vida em Deus. São Paulo chama a morte de descanso sabático, pois descansaremos de nossas obras em Deus:


"Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus;
pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas.
Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência."
Hebreus 4:9-11

O primeiro livro de Samuel afirma que, por ocasião da morte do rei Saul, seus comparsas guerreiros, numa cerimônia fúnebre, queimaram seu corpo e depois enterraram os ossos debaixo de uma árvore, fazendo um jejum de sete dias (1 Sm, 31, 13).

 Outras duas passagens bíblicas que refere a morte e seus sete dias posteriores estão nos livros de Judite e Eclesiástico. 

O primeiro afirma que, quando morreu Judite, a heroína do povo hebreu, os israelitas fizeram luto por sete dias (Jd 16, 24) e o livro do Eclesiástico afirma que “o luto pelo morto duram sete dias” (Eclo, 22, 11).

Eclesiástico 22:
"10. Chora sobre um morto, porque ele perdeu a luz; chora sobre um tolo, porque é falho de juízo.
11. Chora menos sobre um morto, porque ele achou o repouso;
12. a vida criminosa do mau, porém, é pior do que a morte.
13. O luto por um morto dura sete dias, mas por um insensato e um ímpio, dura toda a sua vida."


MISSA DO 3º DIA, DO 7º DIA E DO 30º DIA:


 A celebração no 3º dia depois da morte é motivada pela ressurreição de Jesus Cristo ao terceiro dia. 

A celebração do 7º dia é associada à criação operada por Deus ao longo de seis dias, sendo que no sétimo descansou.

"Deus concluiu no sexto dia a obra que fizera. E no sétimo dia descansou, depois de toda a obra que fizera", afirma a Bíblia (Gn 2,2). No dia, pois, em que Deus descansou temos o ensejo de pedir a Deus pela pessoa querida, para que descanse em paz.

No 30º dia ou no aniversário de um ano de falecimento, não há associações especiais. Simplesmente são datas que sinalizam a marcha do tempo que vai passando. A saudade, entretanto, está presente no coração de quem fica, porém, no Livro do Deuteronômio, Capitulo 34 Versos 8 diz: 

 "Os israelitas choraram Moisés nas planícies durante 30 DIAS".

O que podemos entender que neste 30º dia encerrava-se o "luto" por Moisés, e houve também uma espécie de celebração fúnebre.







domingo, 1 de novembro de 2015

OUÇAM OS SANTOS... ELES ESTÃO CHEGANDO

Ouçam os Santos... Eles estão chegando 
Com raios e nuvens, alegrando a Igreja.
Coroas de ouro na cabeça e o rosto de quem vê a Deus.
Eles descem do céu e passeiam no meio de nós
que nos reunimos em nome de Jesus,
 o Santíssimo Senhor que está 
onde estão dois ou mais reunidos por Ele.
O Senhor está consoco
O Senhor está no meio de nós
Alma e Corpo
Corpo Vivo do qual os Santos fazem parte
Do qual eu faço parte
Do qual nós, mortais, fazemos parte.
Sim, os Santos são imortais...
Não temeram a morte, 
mas sim Aquele que pode jogar 
corpo e alma no inferno.
Os Santos passeiam no meio da Igreja
Ouvi-os cantando o Santo, Santo, Santo....
Ouvi-os saudando-nos com a Paz do Senhor.
Luzia, com seu vestido verde esmeralda, cheia de fé, olha-nos com atenção...
E lá está Cecília, ao lado dos cantores com empolgação...
Sim, eu vejo Sebastião, Miguel e Jorge fazendo a guarda da celebração
E voando com asas de prata no teto da Igreja, com lírio nas mãos, Gabriel nos fala
Mensagens de amor e salvação....
Aqui, ao meu lado, está meu Anjo da Guarda, 
comigo rezando cada parte da Missa com devoção
E ao lado do Altar vejo a Santa Mãe Maria, 
que se ajoelha diante de Jesus, seu Filho, na Eucaristia...
Ouçamos os Santos...
 Eles estão no meio de nós, 
pois o céu todo está aqui, 
Cristo Jesus.
Quanta alegria quando ouvi que me disseram:
 vamos a Casa do Senhor
E agora estou com sua família reunida 
ao redor de sua Mesa 
para recebê-lo no Pão Vivo, Divino Amor