sexta-feira, 5 de abril de 2013

TEMOS PODER CONTRA FEITICARIAS - A IGREJA CATOLICA CONTRA MAGIAS, BRUXARIAS E SUPERSTICOES




 
 
 
 
 
 
O ensinamento dos antigos Padres da Igreja, gregos e latinos, estava baseado sobre a eficácia da redenção operada pela cruz de Jesus Cristo:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
agente se defende com a cruz, não com amuletos e encantamentos, repetia São João Crisóstomo nas suas Catequeses para os neófitos:
 
 
 
 
 
 
 
 
“A cruz de Cristo destruiu a morte, derrotou o pecado, esvazio o inferno, venceu o poder do demônio. (…) A cruz fez ressurgir o mundo interior, e tu não confiaste? Um cristão deveria envergonhar-se e ruborizar-se por ter deixado seduzir pelo encantamento da magia”.
 
Esta – afirma o próprio Crisóstomo na pregação de Ano Novo – é “uma maluquice extrema”; “o uso dos amuletos é idolatria completa” afirma também no seu comentário a Carta aos Colossenses.
 
Também Santo Agostinho, nascido e crescido em ambiente egípcio de cultura helenista, falando sobre a encarnação do Verbo, menciona a magia como “loucura”, visto que a humanidade é mesmo o cosmos foram libertados do medo depois da vinda de Cristo e da sua vitória redentora na cruz:
 
 
 
 
 
 
 
 
."... desde quando Cristo foi anunciado em toda parte, cessou esta maluquice... Agora,  depois da revelação divina de Jesus Cristo, esta vã aparência cessou: com um simples sinal-da-cruz o homem lhe descobre o engano. (…) E que dizer da sua magia que tanto admiravam?
 
 
 
 
 
 
Antes que chegasse entre nós o Logos, era poderosa e operante entre os egípcios, os caldeus e os hindus, e maravilha os espectadores; mas a presença da verdade e da revelação do Logos condenou a magia e a suprimiu."
 
 
 
 
 
“Os demônios não podem fazer mais do que lhe é permitido”, dizia Santo Agostinho.
 
Santo Tomás de Aquino, um dos maiores teólogos da História da Igreja, afirma na Suma Teológica:
 
 “Os Santos Padres escrevem que os demônios têm poder sobre os corpos e sobre a imaginação do homem, segundo a permissão de Deus.
 
Eis porque os feiticeiros, com a sua ajuda, podem fazer malefícios.
 
Na Sagrada Escritura o apóstolo Paulo coloca as “idolatrias e as feitiçarias” entre as obras “daqueles que não podem herdar o reino de Deus” (cf. G1 5,20) e o apóstolo João recorda que é reservado “o tanque ardente de fogo e enxofre” aos feiticeiros e idólatras (cf. Ap 21,8)”.
 
 
São Pedro Apóstolo exorta com afinco sobre a tentação do diabo:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Sede sóbrios e vigilantes! Eis que o vosso adversário, o diabo, vos rodeia como um leão a rugir, procurando a quem devorar. Resisti-lhe, firme na fé, sabendo que a mesma espécie de sofrimento atinge os nossos irmãos espalhados pelo mundo” (1 Pd 5, 8.9).
 
 
  A Bíblia e o Catecismo da Igreja condenam a magia.
 
 
Já o Deuteronômio afirma: “Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas praticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações” (Dt 18,10-12).
 
 
O Levítico afirma: “Não praticareis a adivinhações nem a magia” (Lv 19,26).
 
 
E o Êxodo: “Não deixarás viver aquele que pratica a magia” (Ex 22,18).
 
 
O Levítico especifica: “O homem ou mulher que pratica a necromancia ou adivinhação é réu de morte. Será apedrejado, e o seu sangue cairá sobre ele” (Lv 20,27).
    
O Catecismo da Igreja Católica, no nº 2117, se pronuncia da seguinte maneira:
 
“Todas as práticas de magia ou de feitiçaria com as quais a pessoa pretende domesticar os poderes ocultos, para colocá-los a seu serviço e obter um poder sobrenatural sobre o próximo – mesmo que seja para proporcionar a este a saúde – são gravemente contrárias à virtude da religião.
 
Essas práticas são ainda mais condenáveis quando acompanhadas de uma intenção de prejudicar a outrem, ou quando recorrem ou não à intervenção dos demônios. O uso de amuletos também é repreensível.
 
O espiritismo implica freqüentemente práticas de adivinhação ou de magia. Por isso a Igreja adverte os fiéis a evitá-lo. O recurso aos assim chamados remédios tradicionais não legitima nem a invocação dos poderes maléficos nem a exploração da credulidade alheia”.
 
 
 
Reprova-se o uso de amuletos (que os magos distribuem com abundância de promessas e de... proveitos!), e é claramente afirmado no nº 2116:
 
“Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas: recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras praticas que erroneamente se supõe “descobrir” o futuro.
 
 A consulta aos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos de visão, o recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e, finalmente, sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos. Essas práticas contradizem a honra e o respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus”.
        
 
 
      Os que usam a Magia procuram a verdade e remédios que não provêm de Deus; não se recorre ao único Mestre e único Salvador.     
 
Motivo pelo qual, mais do que nunca, o verdadeiro remédio é a nova evangelização, ou seja, a formação religiosa e a busca sincera da verdade.
 
É útil invocar as palavras de São Paulo, quase o seu testamento, ao fiel Timóteo:
 
 “Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir.
 
Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2Tm 4,1-4).
 
CONTRA OS EMBUSTES
 
O exorcista italiano, escritor e padre Francesco Bamonte escreve:
 
“A diminuição da espiritualidade, ligada à descristianização do mundo moderno, parece arrastar o homem exatamente para aquele ralo de insegurança existencial, de medo e de falta de confiança, do qual o cristianismo havia libertado o mundo”.
 
Tornam-se então admoestadoras as palavras do cardeal Joseph Ratzinger, (papa Bento XVI) citadas expressamente na Nota Pastoral dos bispos toscanos:
 
“A Cultura atéia do Ocidente moderno vive ainda graças à libertação do medo aos demônios trazidos pelo cristianismo. Mas se esta luz redentora de Cristo precisasse apagar-se, mesmo com toda a sua sabedoria e com toda a sua tecnologia o mundo recairia no terror e no desespero: já vemos sinais deste retorno das forças das trevas, enquanto crescem no mundo secularizado os cultos satânicos”.
 
O insigne padre Bamonte convoca os cristãos para lutar contra os embustes, charlatanices dos operários do diabo e de todo o sistema satânico.
 
É nosso dever proclamar a verdade que liberta o ser humano de todo engano religioso. (Jo 8, 32-36).
 
“Levar os homens à verdade é o maior benefício que se pode prestar aos outros”, afirma Santo Tomás de Aquino.
 
 
 
 
 
 
 
 
Santa Justina vencia os demonios e feiticos com a oracao  o sinal da cruz.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Jesus Cristo é a única verdade absoluta que liberta e salva o ser humano de toda magia, espiritismo, bruxaria, satanismo, da teologia da prosperidade, das seitas, das heresias e de todo sistema da Nova Era.
 
 
Como cristãos batizados temos o poder da Santíssima Trindade, a remissão pelo sangue de Cristo, a fortaleza do nome de Jesus, a proteção na Cruz do Salvador, a graça da salvação, a vitória por meio da fé, a força do amor para o bem do próximo, a tranqüilidade da paz do Senhor, a justiça como Lei para o bem comum e a Palavra de Deus para levar a Boa Nova ao mundo inteiro.
 
 
O cristão é detentor das armas mais poderosa do universo para transformar a humanidade.
 
Foi Cristo que disse:
 
 “Eis que eu vos dei o poder de pisar serpentes, escorpiões e todo o poder do Inimigo, e nada poderá vos causar dano” (Lc 10,19).
 
 
Os Santos Padres da Igreja foram vitoriosos e verdadeiros exemplos de seguidores de Cristo devido à posse das virtudes espirituais.
 
Nos Padres da Igreja podemos contemplar o zelo ardente pela formação espiritual, pela defesa da fé, a unidade da Igreja e o poder da comunhão eucarística.
 
A formação catequética para o discípulo era demorada devido que a ‘graça’ não era algo barato.
 
A doutrina da graça para os Padres da Igreja era o tesouro único da Salvação da alma (Ef 2, 8.9: Tt 3,7).
 
 
No paganismo as doutrinas eram terrenas, perniciosas e baratas. Diferente da doutrinas de Jesus Cristo que era celestial, Justa, amorosa e de alto valor que custou o precioso sangue do Filho de Deus (1Pd 1,18-20).
 
 
“COM TEU SANGUE ADQUIRISTE PARA DEUS GENTE DE TODA TRIBO, LÍNGUA, POVO E NAÇÃO” (Ap 5,9).
 
 
Os Padres da Igreja sabiam e viviam os escritos dos Santos Apóstolos de Cristo, por isso seu zelo pela graça era fundamental para a moral Cristã, fidelidade da doutrina e a fortaleza da fé até ao martírio.
 
 
Agumas Supersticoes:
 
 
Quantas pessoas entram em um lugar somente com o pé direito, comem lentilhas para pedir prosperidade, usam o branco para atrair bons fluidos, vestem sempre determinada roupa para dar sorte, penduram ferradura atrás da porta, batem na madeira para afastar o azar, não fazem nada no dia 13 e evitam qualquer coisa ligada a este número... Para não falar da "maldição" causada por gatos pretos, passar debaixo de uma escada, quebrar um espelho.
Essas e outras práticas revelam uma falta de confiança em si e principalmente nos cuidados de Deus. Chama-se a isso de superstição.

A superstição é a crença de que certas obras, objetos ou números têm força para dar sorte ou azar. Quanto menos uma pessoa conhece e vive o amor de Deus, tanto maior são as suas superstições.
 



Fé e superstição são duas realidades completamente deferentes. Por quê? A fé está alicerçada nas promessas de Deus: "A fé e o fundamento da esperança, e uma certeza a respeito do que não se vê" (Hb 11,1).








 



Os heróis da Bíblia são apresentados como homens e mulheres que "graças a sua fé (em Deus) conquistaram reinos, praticaram a justiça, viram se realizar as promessas" (Hb 11,33). Já a superstição cria medo na pessoa, levando-a a confiar em coisas e não em Deus.

No Catecismo da Igreja Católica, a superstição é apresentada como um pecado contra o primeiro mandamento da lei de Deus:
 
"A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo: quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias.
 
 Atribuir eficácia exclusivamente a materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, e cair na superstição" (n. 2111).




Na Idade Média e no Renascimento, popularizou-se a crença de que as feiticeiras ou bruxas podiam controlar os poderes da natureza, causando tempestades e epidemias.


 





Correntes de oração

São determinadas orações impressas em folhas prometendo coisas espetaculares para quem as fizer e as divulgar para outras pessoas. Juntam a essa promessa uma ameaça: "Quem não a faz e castigado".
 
O erro desse tipo de oração esta em passar a idéia de que Deus é convencido por uma simples repetição de palavras e por algumas folhas multiplicadas.
 
 A esse respeito, Jesus tem um ensinamento: "Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vos lho peçais" (Mt 6,7).
 

Dar crédito a esse tipo oração é acreditar que Deus castiga aquilo que não é pecado e leva a imaginar que Ele tem a obrigação de atender os pedidos de quem copiou varias vezes uma oração. Se isso é possível, Deus deixa de ser Deus para estar condicionado a vontade dos homens.





As principais condições para ser atendido por Deus são:
- Oração confiante feita com o coração, e não somente com os lábios:
"Invoca-me, e te responderei, revelando-te grandes coisas misteriosas que ignoras" (Jr 33,3).
- Santidade de vida:
"Então as tuas invocações, O Senhor responderá, e a teus gritos dirá: Eis-me aqui. Se expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações; se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno" (Is 58,9-10).








Quanto à ameaças de coisas ruins para quem quebra uma corrente de oração, o verdadeiro filho de Deus não tem esse medo. Existe uma promessa maior do que toda a influencia do mal: "porque escolheste O Senhor por teu refugio. Escolheste, por asilo, o Altíssimo. Nenhum mal te atingirá, nenhum flagelo chegará a tua tenda, porque aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos" (S1 90,9-11).
 




Quebrar espelho

Alguns dizem: "Quem quebra um espelho atrai má sorte para a sua vida". No passado, por falta de conhecimento, existia a crença de que a imagem refletida no espelho era parte do espírito da pessoa. Por isso, se o espelho quebrasse, o mesmo aconteceria com o espírito. Crer em tal mentira e transferir para um objeto sem vida um poder que pertence a Deus: "O espírito do homem é a lâmpada do Senhor: ela penetra os mais íntimos recantos das entranhas" (Pr 20,27).

Ferradura e outros amuletos

A crença popular afirma que pendurar uma ferradura atrás da porta atrai sorte e afasta o demônio. Na Roma antiga os cavalos dos nobres tinham ferraduras de oura ou de prata, por isso quem encontrava uma ferradura possuía um tesouro. Também existia a falsa história de um santo que era ferreiro e conseguiu prender o diabo. Para ganhar a liberdade o demônio prometeu que nunca entraria onde houvesse uma ferradura. No século IV os bispos proibiram aos católicos essa superstição, pois a vitória contra o mal vem de Jesus: "Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome" (Mc 16,17). O mesmo vale para qualquer outro amuleto ou talismã (trevo de quatro folhas, arruda, duendes, gnomos...).
 
MAGIA NO NOVO TESTAMENTO:





SIMAO, O MAGO (ATOS 8, 9-13.18-24):
 

Ora, havia ali um homem, por nome Simão, que exercia magia na cidade, maravilhando o povo de Samaria, e fazia-se passar por um grande personagem.
10. Todos lhe davam ouvidos, do menor até o maior, comentando: Este homem é o poder de Deus, chamado o Grande.
11. Eles o atendiam, porque por muito tempo os havia deslumbrado com as suas artes mágicas.
12. Mas, depois que acreditaram em Filipe, que lhes anunciava o Reino de Deus e o nome de Jesus Cristo, homens e mulheres pediam o batismo.
13. Simão também acreditou e foi batizado. Ele não abandonava Filipe, admirando, estupefato, os grandes milagres e prodígios que eram feitos.
(...)
18. Quando Simão viu que se dava o Espírito Santo por meio da imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro, dizendo:
19. Dai-me também este poder, para que todo aquele a quem impuser as mãos receba o Espírito Santo.
20. Pedro respondeu: Maldito seja o teu dinheiro e tu também, se julgas poder comprar o dom de Deus com dinheiro!
21. Não terás direito nem parte alguma neste ministério, já que o teu coração não é puro diante de Deus.
22. Arrepende-te desta tua maldade e roga a Deus, para que, sendo possível, te seja perdoado este pensamento do teu coração.
23. Pois estou a ver-te no fel da amargura e nos laços da iniqüidade.
24. Retorquiu Simão: Rogai vós por mim ao Senhor, para que nada do que haveis dito venha a cair sobre mim.
 
 
 
 
 
 
 
 
 A BRUXA DE PITON  (ATOS 16, 16-23):
 

 
Certo dia, quando íamos à oração, eis que nos veio ao encontro uma moça escrava que tinha o espírito de Pitão, a qual com as suas adivinhações dava muito lucro a seus senhores.
 
 
 
17. Pondo-se a seguir a Paulo e a nós, gritava: Estes homens são servos do Deus Altíssimo, que vos anunciam o caminho da salvação.
18. Repetiu isto por muitos dias. Por fim, Paulo enfadou-se. Voltou-se para ela e disse ao espírito: Ordeno-te em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora ele saiu.
19. Vendo seus amos que se lhes esvaecera a esperança do lucro, pegaram Paulo e Silas e levaram-nos ao foro, à presença das autoridades.
20. Em seguida, apresentaram-nos aos magistrados, acusando: Estes homens são judeus; amotinam a nossa cidade.
21. E pregam um modo de vida que nós, romanos, não podemos admitir nem seguir.
22. O povo insurgiu-se contra eles. Os magistrados mandaram arrancar-lhes as vestes para açoitá-los com varas.
23. Depois de lhes terem feito muitas chagas, meteram-nos na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança.
 
 
PRATICANTES DE MAGIAS CONVERTIDOS (ATOS  19,18-20):
 
 
Muitos dos que haviam acreditado vinham confessar e declarar as suas obras.
19. Muitos também, que tinham exercido artes mágicas, ajuntaram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. Calculou-se o seu valor, e achou-se que montava a cinqüenta mil moedas de prata.
20. Foi assim que o poder do Senhor fez crescer a palavra e a tornou sempre mais eficaz.
 
 
 A MAGIA CONDENADA:
 
 

19. Além disso, as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem,
20. idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo,
21. inveja, bebedeira, orgias e outras coisas semelhantes. Repito o que já disse: os que fazem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
(Galatas 5, 19-21)
 
 

 
The Devil and witches trampling a cross, Malleus Maleficarum, 1608 edition

 

 
Fontes:  
 
 

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